EUA critica exercício militar da China em Taiwan: 'Irresponsável'

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Uma mulher em Pequim mexe no celular enquanto uma tela grande mostra os exercícios militares da China cercando Taiwan (Foto: NOEL CELIS/AFP via Getty Images)
Uma mulher em Pequim mexe no celular enquanto uma tela grande mostra os exercícios militares da China cercando Taiwan (Foto: NOEL CELIS/AFP via Getty Images)

A China lançou nesta quinta-feira (4) vários mísseis durante um exercício militar próximo a Taiwan.

O maior teste com munição real já feito perto da ilha acontece após a visita de Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, a região.

A ida da americana para Taiwan aumentou ainda mais a tensão entre a China e os Estados Unidos —os chineses consideram a ilha parte de seu território.

A mídia estatal chinesa disse que os exercícios para simular um "bloqueio" aéreo e marítimo em torno de Taiwan começaram na quarta (3). Hoje, imagens mostraram helicópteros militares sobrevoando a ilha de Pingtan, um dos pontos de Taiwan mais próximos da China continental.

O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, classificou como “irresponsáveis” as manobras militares realizadas pela China em resposta à visita de Nancy Pelosi a Taiwan.

"Acho que o que a China está fazendo aqui não é responsável", disse Sullivan, em entrevista à Rádio Pública Nacional.

"Sempre que um militar participa de uma série de atividades que incluem a possibilidade de testes de mísseis, exercícios de tiro real, ou aviões de combate que cruzam o céu e navios que se movem nos mares, a possibilidade de (que aconteça) algum tipo de incidente é real", afirmou Sullivan, que pediu a Pequim para diminuir as tensões no Estreito de Taiwan.

Em sua turnê pela Ásia, Pelosi já passou por Singapura, Taiwan, e está na Coreia do Sul. Ela ainda irá visitar o Japão.

Logo após a presidente da Câmara dos EUA deixar Taiwan, a China enviou mais de 20 aviões de combate através do estreito que separa a ilha de seu território continental.

*Com informações de Reuters, CNN Internacional e RFI

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