EUA dizem que China resiste a conversas sobre armas nucleares

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Bandeiras dos EUA e da China em Xangai

Por Emma Farge

GENEBRA (Reuters) - A China está resistindo a conversas bilaterais com os Estados Unidos sobre armas nucleares, disse nesta terça-feira o embaixador norte-americano para o desarmamento em uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto os EUA tentam impulsionar esforços para reduzir os estoques de armas nucleares.

"Apesar do aumento dramático do arsenal nuclear da RPC, infelizmente esta continua a se recusar a debater a redução do risco nuclear bilateralmente com os Estados Unidos", disse Robert Wood, referindo-se à República Popular da China.

"Até agora, Pequim não se mostra disposta a se engajar significativamente ou estabelecer conversas entre especialistas semelhantes àquelas que temos com a Rússia. Esperamos sinceramente que isto mude", acrescentou ele.

No início deste ano, Rússia e EUA concordaram em prorrogar o tratado de controle de armas Novo Start por cinco anos, preservando o último tratado a limitar a mobilização dos dois maiores arsenais nucleares estratégicos do mundo.

O presidente russo, Vladimir Putin, e o norte-americano, Joe Biden, devem debater o controle de armas e questões de segurança em uma reunião, e a estabilidade nuclear estratégica estará na pauta. Wood disse nesta terça-feira que espera que tais conversas bilaterais possam criar os fundamentos para o desarmamento nuclear e futuros tratados de controle de armas.

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