EUA ordena saída da Etiópia de seus diplomatas não essenciais

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Marcha em Washington, D.C., em 4 de novembro de 2021, no aniversário de um ano da decisão do governo etíope de enviar tropas para Tigré (AFP/Olivier Douliery)

Os Estados Unidos ordenaram no sábado (6) a saída do pessoal não essencial de sua embaixada na Etiópia, país que registrou nesta semana a escalada dos combates no norte entre as forças do governo e os rebeldes de Tigré.

A decisão foi tomada, "devido ao conflito armado, aos distúrbios civis e à possível escassez", justificou o Departamento de Estado americano em um comunicado.

Nos últimos dias, vários países (Arábia Saudita, Noruega, Suécia e Dinamarca, entre outros) pediram aos seus nacionais que deixem este país, em processo de intensificação de guerra.

Neste conflito, o governo federal etíope, dirigido pelo Prêmio Nobel da Paz 2019, Abiy Ahmed, enfrenta os rebeldes da Frente de Libertação Popular de Tigré (TPLF), no norte do país.

Na sexta-feira (5), o Conselho de Segurança da ONU pediu "o fim das hostilidades e a negociação de um cessar-fogo duradouro", em uma rara declaração conjunta desde o início dos combates, há um ano.

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