EUA pede 'eleições pacíficas' em Bolívia, Equador e Peru

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O secretário de Estado, Antony Blinken, em Washington, em 5 de abril de 2021

O chefe da diplomacia dos EUA pediu, nesta sexta-feira (9), que as eleições deste fim de semana na Bolívia, no Equador e no Peru sejam "justas, livres e pacíficas".

“Desejo aos cidadãos de Bolívia, Equador e Peru eleições bem-sucedidas em 11 de abril. Que sejam justas, livres, acessíveis e pacíficas”, disse o secretário de Estado, Antony Blinken, em comunicado.

Em meio à pandemia e a uma crise, Peru e Equador realizam eleições presidenciais neste domingo e a Bolívia terá um segundo turno para eleger os governadores de La Paz, Tarija, Chuquisaca e Pando.

No caso do Peru, não há favoritos para as eleições e nenhum candidato passa de 10%, de acordo com as últimas pesquisas publicadas no país, que, desde 2018, teve quatro presidentes aprovados.

O Equador, por outro lado, terá um segundo turno acirrado entre o esquerdista Andrés Arauz - candidato do ex-presidente Rafael Correa - e o banqueiro de direita Guillermo Lasso.

Blinken indicou que o respeito aos resultados, às liberdades fundamentais e a responsabilidade devem andar de mãos dadas com um voto que seja "livre e justo". “A democracia floresce quando os cidadãos e governos promovem ativamente a igualdade perante a lei e os direitos humanos para todos”, acrescentou o alto funcionário.

Blinken assinalou que, nas Américas e em outras regiões, a história mostra "que as sociedades que seguem um caminho não democrático têm dificuldade para recuperar o terreno perdido".

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