EUA pede liberdade de cidadãos de Hong Kong processados pela China

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Polícia chinesa impede acesso, em 28 de dezembro de 2020, ao tribunal de Shenzhen, onde será o julgamento de miitantes pró-democracia de Hong Kong

A embaixada dos Estados Unidos na China pediu a Pequim, nesta segunda-feira (28), que liberte "imediatamente" 12 ativistas de Hong Kong detidos em agosto passado, quando tentavam sair da ex-colônia britânica de barco, rumo a Taiwan.

"Seu único crime é ter fugido da tirania", declarou um porta-voz da embaixada americana.

Dez dos 12 acusados serão julgados hoje em Shenzhen (sul).

O grupo, cujo membro mais jovem tinha 16 anos, foi detido em uma embarcação a 70 km ao sudeste da ex-colônia britânica, em 23 de agosto. Depois, foram entregues à polícia de Shenzhen, uma metrópole da China continental próxima a Hong Kong.

Suas famílias anunciaram na sexta-feira que o processo de dez deles começaria hoje. Os outros dois, menores à época dos fatos, serão julgados em separado em uma data ainda não divulgada.

Eles são acusados de terem cruzado a fronteira ilegalmente. Dois deles também foram acusados de terem organizado a fuga para o grupo.

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