EUA pede que China não fique do 'lado errado' no conflito da Ucrânia

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Os Estados Unidos pediram nesta quarta-feira (15) que a China deixe de apoiar a invasão russa da Ucrânia e evite se colocar "do lado errado da história", após notícias de que Xi Jinping e Vladimir Putin conversaram por telefone.

"O alinhamento da China com a Rússia nos preocupa", disse um porta-voz da diplomacia americana após a conversa entre os presidentes, na qual Pequim garantiu a Moscou seu apoio em termos de "soberania" e "segurança".

"A China afirma ser neutra, mas seu comportamento deixa claro que ainda está investindo em laços estreitos com a Rússia", declarou a fonte sob condição de anonimato.

"Mais de três meses após a brutal invasão da Rússia (à Ucrânia em 24 de fevereiro), a China ainda está do lado da Rússia", disse.

"Continua difundindo propaganda russa pelo mundo. Continua protegendo a Rússia nas organizações internacionais, fugindo das suas responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e ainda nega a existência das atrocidades perpetradas pela Rússia na Ucrânia, sugerindo, em vez disso, que foram um cenário montado", acrescentou.

Segundo a fonte, "os países que escolherem o lado de Vladimir Putin inevitavelmente ficarão do lado errado da história. Agora é a hora de os líderes mundiais se manifestarem contra a flagrante agressão do presidente Putin e apoiarem o povo ucraniano".

O diplomata alertou que a China se abstenha de fornecer qualquer “ajuda militar” à Rússia ou qualquer “apoio sistemático para evitar sanções” severas do Ocidente.

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