EUA sanciona outros quatro funcionários de Hong Kong por repressão

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Nesta foto de 3 de novembro de 2020, ativistas pró-democracia participam de manifestação em frente a um tribunal de Hong Kong, em 3 de novembro de 2020
Nesta foto de 3 de novembro de 2020, ativistas pró-democracia participam de manifestação em frente a um tribunal de Hong Kong, em 3 de novembro de 2020

Os Estados Unidos impuseram nesta segunda-feira (9) sanções para outros quatro funcionários ligados a Pequim, acusados de restringir as liberdades em Hong Kong, e prometeram fazê-los prestar contas pela repressão chinesa na cidade. 

Edwina Lau, chefe da Divisão de Segurança Nacional da Polícia de Hong Kong, estava entre os funcionários que terão proibida a viagem aos Estados Unidos e cujos ativos em território americano, se houver, serão congelados. 

"Estas ações destacam a determinação dos Estados Unidos de responsabilizar as personalidades-chave, que estão destruindo ativamente as liberdades do povo de Hong Kong e socavando a autonomia" da ilha, destacou o secretário de Estado, Mike Pompeo, em um comunicado. 

Entre os funcionários alcançados por estas sanções está Li Jiangzhou, vice-diretor de um escritório em Hong Kong para "salvaguardar a segurança nacional". 

Os Estados Unidos já impuseram sanções similares à governante máxima de  Hong Kong, Carrie Lam, que é aliada de Pequim. 

Lam tentou minimizar o impacto, mas admitiu que teve problemas com um cartão de crédito depois das sanções. 

A nova pressão dos Estados Unidos ocorre depois de a China avançar com uma lei estrita de segurança que proíbe a "subversão" no centro financeiro, o qual tem sido testemunha de importantes protestos a favor da democracia.   

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