EUA supera 80.000 mortes por COVID-19, diz Universidade Johns Hopkins

Uma mulher espera um pedido em um restaurante em Alexandria, Virgínia, em 11 de maio de 2020

Mais de 80.000 pessoas morreram nos Estados Unidos com o novo coronavírus, segundo o balanço mais recente divulgado nesta segunda-feira (11) pela Universidade Johns Hopkins, configurando o número de óbitos mais elevado registrado em um único país por COVID-19.

Os Estados Unidos têm lutado para conter a disseminação do vírus, que contagiou mais de 1,3 milhão de pessoas. O estado de Nova York é o mais afetado, com mais de 26.600 mortes declaradas.

Este balanço poderia estar subestimado, advertiram nesta segunda os Centros para a Prevenção de Doenças Infecciosas (CDC).

A cifra nacional de mais de 50.000 mortes por COVID-19 foi alcançada há duas semanas e meia, em 24 de abril.

Neste fim de semana, pela primeira vez o balanço diário de mortos foi inferior a 1.000, com 776 casos fatais compilados no domingo em 24 horas pela Universidade Johns Hopkins.

No entanto, ainda é cedo para afirmar se estes dados marcam realmente uma tendência, em um momento em que começam a aparecer novos focos importantes, como o que está se desenvolvendo no entorno da capital, Washington.

Segundo um modelo da Universidade de Massachusetts, por volta de 30 de maio, os Estados Unidos poderão alcançar um total de 103.000 mortos pela pandemia.