EUA superam marca de um milhão de mortes por covid-19

Times Square, em Nova York, deserta durante a primeira onda da pandemia em 2020 (AFP/Johannes EISELE) (Johannes EISELE)

Mais de um milhão de pessoas morreram de covid-19 nos Estados Unidos, país com o maior número de vítimas no planeta, informou a Casa Branca nesta quinta-feira (12).

"Hoje alcançamos um marco trágico: um milhão de vidas americanas perdidas para a covid-19", afirmou o presidente Joe Biden em um comunicado.

"Nós devemos permanecer vigilantes contra esta pandemia e fazer tudo para salvar o maior número possível de vidas, como fizemos com mais testes, vacinas e tratamentos do que nunca antes", acrescentou Biden.

Desde o início da pandemia, os números dos países membros compilados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) registram um total de 5,4 milhões de óbitos por covid-19 em dois anos.

Mas a OMS afirmou na semana passada que a pandemia provocou entre 13 e 17 milhões de mortes no mundo, de janeiro de 2020 a dezembro de 2021, quase o triplo do total do balanço oficial, o que mostra a devastação provocada pela pandemia mais grave registrada no planeta em um século.

Após vários meses de queda nos contágios no país mais enlutado do mundo (seguido por Brasil, Índia e Rússia), Estados Unidos registram há um mês um aumento diário de casos.

A alta acontece em um contexto no qual a máscara deixou de ser obrigatória, embora o uso continue sendo recomendado em ambientes fechados, e a quarta dose da vacina está disponível apenas para pessoas com mais de 50 anos.

O aumento de casos é provocado por subvariantes da ômicron, mais transmissíveis que as cepas anteriores, embora os feitos pareçam menos graves em um país onde 66% da população está vacinada. O índice alcança 90% entre as pessoas com mais de 65 anos.

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