França e Alemanha decretam lockdown por 2ª onda de covid-19

Equipe HuffPost
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Chanceler Angela Merkel e presidente Emanuel Macron apertaram as regras sanitárias em seus países para frear disseminação do novo coronavírus. (Photo: CHRISTOPHE SIMON via Getty Images)
Chanceler Angela Merkel e presidente Emanuel Macron apertaram as regras sanitárias em seus países para frear disseminação do novo coronavírus. (Photo: CHRISTOPHE SIMON via Getty Images)

A segunda onda de covid-19 na Europa preocupa os governantes da União Europeia. Ao menos dois países decidiram nesta quarta-feira (28) reforçar as medidas restritivas de contato humano para brecar o ritmo de transmissão do novo coronavírus: França e Alemanha.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que o novo lockdown começa nesta sexta-feira (30) e segue até 1º de dezembro. A França é hoje o 5º país em infecções por coronavírus do mundo —já foram 1,28 milhão de contaminados. É o 7º país em mortes pela doença — cerca de 36 mil pessoas.

A partir de sexta, se em duas semanas os números de infectados tiverem diminuído, Macron disse que reavaliará a reabertura de comércios e lojas consideradas não-essenciais. Nesse período, entretanto, as escolas ficarão abertas.

Na Alemanha, o lockdown emergencial será iniciado na segunda-feira (2). A premiê Angela Merkel disse nesta quarta que é necessário impor medidas de isolamento mais rigorosas para reverter pico de casos que pode sobrecarregar os hospitals alemães.

Por isso, a partir da próxima segunda, será obrigatório o fechamento de restaurantes, bares, academias, piscinas, cinemas e teatros em toda a Alemanha. Os shows previstos para novembro também serão cancelados.

Reuniões particulares estarão limitadas a, no máximo, 10 pessoas de duas casas diferentes. Por outro lado, escolas e creches estarão abertas na Alemanha. Mas haverá fiscalização de obediência ao distanciamento social e às normas de higiene.

A Alemanha tem confirmados 479 mil casos de covid-19 e pouco mais de 10 mil mortes.

(Com agência de notícias)

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Este artigo apareceu originalmente no HuffPost Brasil e foi atualizado.