Ex-chanceler de Lula diz temer que rivalidade com China contamine as relações dos EUA com o Brasil

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
*ARQUIVO* SAO PAULO, SP, BRASIL 11.12.2019 Celso Amorim (ex-ministro). (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
*ARQUIVO* SAO PAULO, SP, BRASIL 11.12.2019 Celso Amorim (ex-ministro). (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-chanceler Celso Amorim, que comandou o Itamaraty nos governos de Lula e é um dos principais conselheiros do petista na área externa, diz ver com preocupação o aumento da tensão entre os EUA e a China em torno da ilha de Taiwan.

Nesta terça (2), apesar de todos os protestos e alertas feitos pela China, a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, pousou na ilha para a primeira visita desse tipo em 25 anos.

"Nos preocupa o crescimento dessas rivalidades e sobretudo que as relações com a América Latina sejam vistas sob a ótica dessas rivalidades", afirma Amorim.

"O excesso de peso dado a esta rivalidade pode contaminar as relações dos EUA com países da América Latina", afirma ele.

Nações passariam a ser analisadas pelo governo norte-americano de acordo com um suposto apoio à China.

"A relação conosco tem que se basear nos interesses bilaterais entre os EUA e o Brasil", afirma Celso Amorim.

A China promete reagir militarmente à provocação dos EUA, abrindo a mais grave crise em anos entre as duas maiores economias do mundo em meio à tensão mundial provocada pela guerra da Ucrânia, na qual Pequim apoia a Rússia de Vladimir Putin.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos