Ex-chefe da F1 é preso em SP por porte ilegal de arma, paga fiança e deixa o país

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 09.11.2017 - Retrato de Bernie Ecclestone, 87, ex-executivo da Fórmula 1 (F-1), durante entrevista à Folha, no restaurante Vento Haragano, em São Paulo (SP).  (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 09.11.2017 - Retrato de Bernie Ecclestone, 87, ex-executivo da Fórmula 1 (F-1), durante entrevista à Folha, no restaurante Vento Haragano, em São Paulo (SP). (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-chefe da Fórmula 1 Bernie Ecclestone foi preso na noite desta quarta (25) por porte ilegal de arma de fogo no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

A pistola de calibre 32 foi detectada por funcionários do aeroporto pela máquina de raio-x. Ecclestone não tinha a documentação do armamento e foi preso em flagrante.

Durante o depoimento, a esposa de Ecclestone, a brasileira Fabiana Ecclestone, traduziu as respostas do marido, segundo o boletim de ocorrência.

O ex-chefe da F1 confirmou às autoridades da 4ª Deatur (Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista da Polícia Civil) ser dono da arma e não ter seus documentos, mas disse não saber como ela foi parar em sua bagagem.

Ecclestone relatou ter comprado a arma de um mecânico da F1 há cerca de cinco anos com o objetivo de mantê-la em uma propriedade rural no interior de São Paulo. A pistola, da marca LW Seecamp, estava sem carregador e sem munição.

Ecclestone foi liberado após pagar fiança de R$ 6.060 e responderá em liberdade.

O empresário deixou o país em um voo privado para a Suíça após ser liberado, segundo as autoridades.

O porte ilegal de arma é crime com pena de reclusão de até quatro anos.

Bernie Ecclestone, como é mais conhecido, é um empresário inglês que ajudou a criar o modelo atual de F1.

Ele tem fortes relações pessoais e profissionais com o Brasil. Além de ser casado desde 2012 uma brasileira, o empresário comprou a Brabham no começo dos anos 1970. Na década seguinte, em 1981 e em 1983, Ecclestone ganhou dois títulos da F1 graças ao brasileiro Nelson Piquet, então piloto da Brabham.

Em setembro de 2016, a sogra de Ecclestone, Aparecida Schunck, passou nove dias em cativeiro após ter sido sequestrada na porta de casa em Interlagos, zona sul de São Paulo.

Ela era mantida refém na cidade de Cotia, a 32 km da capital paulista, e foi libertada após a polícia descobrir o local. Dois homens foram presos e um terceiro fugiu. Em menos de 24 horas, a polícia encontrou e prendeu o terceiro suspeito, que era conhecido da família.

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