Ex-coordenadora da Saúde disse que não participou da decisão sobre Covax Facility

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BRASÍLIA, DF, 08.07.2021: FRANCIELI-FONTANA - CPI da Covid no Senado ouve nesta quinta-feira (8) Francieli Fontana, ex-coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 08.07.2021: FRANCIELI-FONTANA - CPI da Covid no Senado ouve nesta quinta-feira (8) Francieli Fontana, ex-coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A ex-coordenadora da Saúde Francieli Fontana disse que não participou da escolha de adquirir somente 10% de doses de doses de vacinas através do consórcio Covax Facility.

O consórcio permitia a compra pelos países de vacinas para até 50% do tamanho da população.

"Eu recebi o contrato já fechado com 10%. Nós fizemos uma nota técnica inicial com o mesmo teor da nota técnica da Astrazeneca apontando que tinha necessidade de vacinas 55% da população até 95%.Depois veio o contrato fechado para que a gente se manifestasse sobre o grupo que deveria ser atendido com esse quantitativo."

Em depoimento à CPI, o ex-secretario-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco disse que a decisão de comprar apenas 10% de doses de vacinas por meio do consórcio Covax Facility foi dele e de outros técnicos do Ministério da Saúde.

"Isso foi uma decisão ouvindo todos os técnicos do ministério até a assinatura final do contrato pelo ministro da Saúde, ouvindo todos os técnicos. Eu participei junto com os demais técnicos para chegarmos ao número de 10% da população brasileira", disse Franco. (Mateus Vargas e Raquel Lopes)

CONSÓRCIO COVAX FACILITY

Fontana disse que não participou da escolha de adquirir somente 10% de doses de doses de vacinas através do consórcio Covax Facility.

O consórcio permitia a compra pelos países de vacinas para até 50% do tamanho da população.

"Eu recebi o contrato já fechado com 10%. Nós fizemos uma nota técnica inicial com o mesmo teor da nota técnica da Astrazeneca apontando que tinha necessidade de vacinas 55% da população até 95%.Depois veio o contrato fechado para que a gente se manifestasse sobre o grupo que deveria ser atendido com esse quantitativo."

Em depoimento à CPI, o ex-secretario-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco disse que a decisão de comprar apenas 10% de doses de vacinas por meio do consórcio Covax Facility foi dele e de outros técnicos do Ministério da Saúde.

"Isso foi uma decisão ouvindo todos os técnicos do ministério até a assinatura final do contrato pelo ministro da Saúde, ouvindo todos os técnicos. Eu participei junto com os demais técnicos para chegarmos ao número de 10% da população brasileira", disse Franco.

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