Ex-deputado Roberto Jefferson está sem tornozeleira eletrônica

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Roberto Jefferson faz uso de tornozeleira eletrônica por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Roberto Jefferson faz uso de tornozeleira eletrônica por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Roberto Jefferson, ex-deputado federal e presidente de honra do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), está sem tornozeleira eletrônica.

De acordo com a defesa do ex-deputado, a tornozeleira começou a apresentar problemas na noite desta quinta-feira (28), e o ocorrido já foi informado à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

Roberto Jefferson faz uso de tornozeleira eletrônica por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para substituir a prisão preventiva do ex-parlamentar pela prisão domiciliar.

Ainda de acordo com a defesa de Jefferson, a secretaria irá até o endereço dele para trocar o equipamento.

Jefferson foi preso no dia 13 de agosto do ano passado, no inquérito que apura a atuação de milícias digitais que atentam contra a democracia.

O presidente de honra do PTB foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao STF por incitação ao crime, ameaça às instituições e homofobia.

Além do ex-deputado, cerca de novecentos e dezessete presos em regime aberto e semiaberto, que deveriam ser monitorados, também estão sem tornozeleira eletrônica.

A Vara de Execuções Penais (VEP), do Tribunal de Justiça do Rio, disse nesta quinta-feira (28), que a Seap havia passado o número de tornozeleiras violadas pelos presos, mas sem os nomes deles. Depois, a Justiça admitiu que já tinha a lista com os nomes desde terça-feira (26).

Entre os presos sem monitoramento, está um dos criminosos mais perigosos do Rio, o traficante Marcelo Soares Medeiros, o Marcelo PQD, antigo chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador.

O criminoso foi solto em agosto do ano passado, em uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu a Marcelo a progressão da pena para prisão domiciliar, com monitoramento.

Um relatório da Seap mostrou que, em março deste ano, o traficante rompeu o equipamento várias vezes, em um mesmo dia, e deixou a bateria acabar em outras duas datas diferentes.

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