Ex-diretor da F1 diz: "Eu me senti o homem mais odiado do mundo"

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Michael Masi falou sobre as ameaças que recebeu após o GP de Abu Dhabi no fim de 2021. Foto: Bryn Lennon/Getty Images
Michael Masi falou sobre as ameaças que recebeu após o GP de Abu Dhabi no fim de 2021. Foto: Bryn Lennon/Getty Images

Uma grande confusão começou na vida de Michael Masi após o Grande Prêmio de Abu Dhabi no fim da temporada 2021, quando Max Verstappen foi proclamado Campeão do Mundo à frente de um Lewis Hamilton que parecia imbatível até aquele momento.

Sua decisão, como diretor de prova, foi o que determinou esse resultado. O ex-diretor de corridas de Fórmula 1 garante que, depois daquele polêmico Grande Prêmio, tudo ficou mais complicado para ele.

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Relembrando os fatos, Latifi sofreu um acidente nas últimas voltas que acabou fazendo com que o Safety Car saísse da pista. Havia uma distância entre Lewis Hamilton e Verstappen, que diante dos fatos pôde ser reduzida. O holandês alcançou a vitória que o assegurou o primeiro título da carreira.

A FIA investigou o que aconteceu depois desse desfecho e garantiu que o que aconteceu foi resultado de "erro humano", mas assegurou que em nenhum momento Masi agiu de "má fé".

Há algumas semanas, ele deixou a FIA para retornar à Austrália, onde já vive longe do que até agora era seu trabalho. "Houve alguns dias sombrios", diz Masi em declarações à 'News Corp' no último fim de semana.

"Eu me sentia o homem mais odiado do mundo. Recebi ameaças de morte. As pessoas diziam que iam perseguir a mim e à minha família", ainda se lembrando dos fatos com medo de tudo que viveu naquela época.

"Racista, abusivo, vil... eles me chamavam de tudo", diz ele. "Foram mensagens chocantes", ele admite, algo que aconteceu principalmente através das próprias redes sociais de Masi. "Não só no meu Facebook, mas também no meu LinkedIn, que deveria ser uma plataforma profissional para negócios. Foi o mesmo tipo de abuso ", lembra ele de acordo com 'Motorsport.es'.

Além disso, ele reconhece que tudo isso o deixou com consequências físicas e psicológicas e que praticamente “não tinha vontade” de conversar com sua família ou amigos, algo que também teve que ser muito difícil para ele.

"Eu só queria ficar sozinho", acrescenta Michael Masi. Embora ele tente obter a nota positiva meses depois do ocorrido: "Eu me tornei uma pessoa muito mais forte", finalizou.

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