Ex-ministro da Educação de Lula, Haddad critica proposta de Bolsonaro para o Prouni: "Nojo"

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Sao Paulo's former Mayor Fernando Haddad delivers a speech during a protest against Brazil Bolsonaro Government education cuts and for Lula Livre (Free Lula) in Cinelandia Square, Rio de Janeiro, Brazil on May 10, 2019. - The Education Ministry announced a 30% budget freezing for federal institutions. (Photo by Daniel RAMALHO / AFP)        (Photo credit should read DANIEL RAMALHO/AFP via Getty Images)
Fernando Haddad era ministro da Educação em 2005 e foi responsável por criar o Prouni (Foto: DANIEL RAMALHO/AFP via Getty Images)
  • Fernando Haddad criticou Medida Provisória aprovada por Bolsonaro que muda regras do Prouni

  • Mudanças preveem que alunos de escolas particulares sem bolsa possam acessar o programa

  • Fernando Haddad foi o responsável por criar o Prouni em 2005, quando era ministro da Educação

Ex-ministro da Educação e oponente de Jair Bolsonaro (PL) em 2018, Fernando Haddad criticou a Medida Provisória que altera as regras do Programa Universidade para Todos (ProUni). Aprovada pelo Bolsonaro, a MP prevê que alunos de escolas privadas tenham acesso ao programa.

“Hoje, por MP, Bolsonaro começa a destruir o Prouni. Um dos programas que eu mais me orgulho de ter concebido, junto com minha companheira Ana Estela. Quase 3 milhões de jovens, pobres, pretos e periféricos beneficiados. A Câmara deveria devolver para o Planalto esse lixo. Nojo!”, escreveu Haddad nas redes sociais.

O Prouni foi criado em 2005, quando Fernando Haddad era ministro da Educação, no primeiro governo Lula (PT). Haddad ficou no cargo até 2012, no primeiro governo Dilma, ano em que foi eleito para a prefeitura de São Paulo.

O programa destinava bolsas, integrais ou parcial, para alunos de baixa renda em universidades privadas. A seleção é feita por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Entenda a mudança no Prouni

Alunos de escolas privadas que não tiveram bolsa durante o Ensino Médio poderão ter acesso ao Programa Universidade Para Todos (Prouni), a partir de decisão do presidente Jair Bolsonaro (PL), publicada na madrugada desta terça-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU).

A regra original permitia apenas que integrassem o programa alunos que realizaram todo o ensino médio em escolas públicas ou em escolas privadas com bolsa integral. Agora, a MP permite que estudantes sem bolsa de instituições privadas acessem o Prouni.

A MP determina também que o Ministério da Educação (MEC) não precisa mais requerer a apresentação de documento que comprove renda familiar mensal bruta pelo estudante ou que comprove a situação de pessoa com deficiência, mediante que essas informações já estejam em algum banco de dados do governo.

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