Ex-mulher de suspeito de ataque ao Porta dos Fundos o denunciou por agressão: 'Você anda muito sozinha na rua'

RIO — A ex-mulher de EduardoFauzi, acusado de ter participado do atentado a produtora Porta dos Fundos, registrou em 2009 e 2016 dois boletins de ocorrência denunciando o ex-marido por agressão e ameaças. Os relatos foram divulgados pelo 'Fantástico', da TV Globo.

O primeiro registro foi feito após os dois terem uma discussão no meio da rua, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Segundo o boletim, ela foi empurrada por Eduardo Fauzi e começou a pedir socorro. Ambos foram conduzidos até a delegacia por policiais militares.

Já o segundo boletim de ocorrência, registrado em 2016, foi feito após a ex-esposa de Fauzi cobrar o pagamento de pensão alimentícia na Justiça. Em seu depoimento à Polícia Civil, ela relatou ter recebido as ameaças, além de dizer que "seu ex companheiro possui um comportamento muito violento, já tendo a agredido diversas vezes verbalmente e fisicamente:

" Posso te prejudicar de várias maneiras. Você anda muito sozinha na rua. Cuidado com o que pode acontecer com você", contou ela na época.

Procurada pelo 'Fantástico, ela negou que tenha sido agredida pelo ex-marido. O advogado da mulher ainda encaminhou uma nota afirmando que 'Nunca houve agressão física. A minha cliente se arrepende do registro policial realizado no ano de 2016'.

Ministério da Justiça aguarda TJ do Rio para pedir extradição de acusado por ataque

O Ministério da Justiça informou ao GLOBO que a pasta e o Itamaraty estão inclinados a assinarem o pedido de extradição do empresário Eduardo Fauzi Richard Cerquise, de 41 anos, acusado de ser um dos responsáveis pelo ataque a produtora de filmes Porta dos Fundos, no Humaitá, na semana do Natal.

O homem tem um pedido de prisão feito pela Polícia Civil do Rio. Entretanto, ele está na Rússia, na casa da namorada. No entanto, o ministério disse que o pedido de deportação só será pedido à autoridades russas no momento que o Tribunal de Justiça do Rio fizer o pedido de extradição. Até às 11h desta sexta-feira o juiz responsável pelo caso ainda não havia feito a solicitação.O GLOBO apurou que o pedido de extradição exige a decretação da prisão ou uma condenação de pena privativa de liberdade pela Justiça. Segundo o Ministério da Justiça, após receber a solicitação do magistrado responsável, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) irá analisar se a documentação é compatível com um processo de extradição. Caso tudo esteja de acordo com a lei de extradição, o Ministério da Justiça encaminhará o pedido ao Itamaraty que será o responsável por formalizar o pedido às autoridades da Rússia.

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    Lula cita nazismo ao atacar Globo e defende críticas de Bolsonaro à imprensa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o nazismo ao falar sobre o tratamento jornalístico dado pela TV Globo às mensagens da Lava Jato obtidas pelo site The Intercept Brasil. Para ele, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz algumas críticas à emissora que são corretas. As declarações foram dadas em entrevista ao UOL publicada neste domingo (26). Questionado sobre os ataques de Bolsonaro a jornalistas, Lula afirmou que, durante seu governo, de 2003 a 2010, houve "um momento de oito anos de pensamento único contra o Lula". Em seguida, relacionou ao nazismo à cobertura jornalística da TV Globo sobre as mensagens obtidas pelo Intercept e divulgadas pelo site em parceria com outros veículos, como a Folha. Os diálogos colocaram em dúvida a imparcialidade do então juiz Sergio Moro ao expor sua atuação nos bastidores, em parceria com policiais e procuradores na linha de frente das investigações. "O que a Globo está fazendo com o Intercept, era capaz que o nazismo não fizesse. Ela só teve coragem de citar o Intercept duas vezes: quando o Intercept publicou o nome do Faustão, que acho que tinha dado aula pro Moro, e quando foi citar o nome do Roberto D'Ávila, que tinha trabalhado para arrecadar dinheiro para o meu filme. A Globo não fez sequer matéria contra a fajutice da denúncia do Ministério Público [contra o jornalista Glenn Greenwald, diretor do site]. Então, isso é censura", disse Lula. Os diálogos dos procuradores da Lava Jato, porém, foram alvo de reportagens do programa Fantástico, da TV Globo, quando da revelação das primeiras mensagens. A denúncia do Ministério Público contra Glenn também foi noticiada pela emissora. Em nota, a emissora afirma que Lula "deveria se informar melhor antes de fazer afirmações falsas". "A Globo cobriu amplamente as denúncias do Intercept. A Al-Jazeera pediu em julho do ano passado um levantamento sobre a minutagem da cobertura. No levantamento, a Globo informou que, apenas de 9 de junho a 24 de julho, a emissora publicou uma hora e quarenta e três minutos de reportagens sobre o assunto no JN e no Fantástico --se considerássemos os outros telejornais esse tempo seria muitas vezes maior. E nos meses seguintes continuou publicando as novidades do caso. As reportagens estão disponíveis no Globoplay e qualquer um pode atualizar o levantamento", afirmou. Sobre o caso da denúncia contra Glenn, a Globo diz que "publicou matéria de sete minutos, com ampla divulgação às críticas a ação do procurador, inclusive um vídeo do próprio Glenn". A citação do petista ao nazismo ocorre cerca de uma semana após a demissão do secretário de Cultura Roberto Alvim, que em um vídeo copiou um trecho de discurso do ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels. Indagado se então o comportamento de Bolsonaro em relação à imprensa seria justificável, o petista respondeu que "tem crítica que ele faz que é correta". "Acho que tem crítica que ele [Bolsonaro] faz que é correta. Dê a ele o mesmo direito que dá aos outros, direito de falar, abra para ele falar. Na greve dos jornalistas de 1979, os donos de jornais descobriram que não precisavam tanto de jornalistas, que poderiam fazer jornalismo sem precisar do jornalista. Agora, o Bolsonaro está provando que é possível fazer notícia sem precisar dos jornais, da televisão. Ele faz por ele mesmo. Aliás, o Trump já fez escola", continuou. Lula, no entanto, criticou o fato de o presidente privilegiar as redes sociais em detrimento do atendimento à imprensa. "Eu ainda respeito, marco toda semana uma entrevista. Não acho que é correto um presidente da República se comunicar pelo seu Twitter, um presidente da República tem a obrigação de prestar contas à democracia, atendendo a imprensa. Não aquele cafezinho formal, em que tem um general como porta-voz, que é tudo quase militarizado. Mais do que no tempo dos militares. Marca uma entrevista livre com a imprensa e deixa a imprensa perguntar!" Sobre as eleições de 2020, Lula falou que o PT "não tem os grandes nomes que já teve na ativa" e que o partido está disposto a fazer alianças políticas. Afirmou ainda que Eduardo Suplicy, que está reunindo assinaturas de apoio à sua pré-candidatura para a Prefeitura de São Paulo, pode surpreender. Lula deu razão à Fernando Haddad, que disputou as últimas eleições presidenciais e, segundo o ex-presidente, não quer concorrer à Prefeitura de São Paulo novamente. "O Haddad é um quadro muito importante, tem uma tarefa nacional e internacional importante para o PT. Acho que está correto em não querer ser candidato." O ex-presidente opinou ainda sobre o primeiro ano de Jair Bolsonaro e afirmou que, mesmo quem não votou em Bolsonaro deve entender que "ele é presidente". Para Lula, o atual presidente deveria "parar de falar bobagem" e "ficar dando recado para o seu clube". "Eu vou ficar sentado na cadeira, dizendo que ele não presta e torcendo para que dê tudo errado? Não. Nós temos que torcer para que estas pessoas governem pensando na maioria do povo brasileiro", afirmou ele. O petista disse ainda que Bolsonaro pode recuperar sua popularidade nos próximos anos. "Por isso que eu acho que a gente não tem que ficar perguntando se Bolsonaro cresceu, se ele caiu, ele tem que governar quatro anos, ele foi eleito para cumprir um mandato de quatro anos. E ele que governe com a maior competência possível porque, se for bem, tem o direito a ser candidato à reeleição", completou.

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    Após se retratar, ministro foi criticado nas redes sociais por seguidores que pediram para que Weintraub se preocupassem em solucionar os problemas da edição 2019 do Enem

  • Bolsonaro e Mourão se irritam com Witzel após governador gravar e divulgar conversa com vice
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    Folhapress

    Bolsonaro e Mourão se irritam com Witzel após governador gravar e divulgar conversa com vice

    DÉLI, ÍNDIA (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demonstrou irritação com o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), por esse ter telefonado para o vice-presidente Hamilton Mourão, gravado a conversa em vídeo e a divulgado em seguida em suas redes sociais. Na Índia, onde está em seu último dia de visita oficial, Bolsonaro afirmou: “Pelas imagens, ele [Wizel] tá no seu carro e um assessor filma; aí ele liga para o presidente em exercício. Eu acho que não é usual alguém fazer isso; eu não gostaria que fizessem isso comigo, o que se trata por telefone, tem que ser reservado”. Enquanto Bolsonaro está fora do país, em viagem à Índia, Mourão é o presidente interino. No vídeo compartilhado por Witzel em sua conta no Twitter, ele é filmado por um assessor enquanto liga para Mourão e diz: “Senhor presidente, boa tarde” e fala sobre os problemas causados pelas chuvas em municípios do Rio e a necessidade de levar água para os locais afetados. Mourão diz estar ciente. “Vou pedir para o ministro Fernando [Fernando Azevedo, ministro da Defesa] intensificar isso aí”, diz. “Qualquer coisa a gente apoia mais alguma coisa aí no RJ, governador. Fica tranquilo”. Nesta segunda-feira, em Brasília, o presidente interino também criticou o governador do Rio. Segundo Mourão, Witzel esqueceu a “ética” e a “moral” ao ter gravado a conversa sem autorização. “Em relação ao governador Wilson Witzel, ele diz que foi fuzileiro naval. Eu acredito que ele esqueceu a ética e a moral, que caracterizam as Forças Armadas, quando saiu do Corpo de Fuzileiros Navais. Nada mais eu tenho a dizer a respeito”, afirmou Mourão. Em seu Twitter, ao compartilhar o vídeo, Witzel afirmou: “Solicitei ao presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, e ao Ministério da Defesa apoio para o envio de água potável às pessoas atingidas pelas chuvas no Norte/Noroeste do RJ. A ajuda do Governo Federal será fundamental para socorrer a população dessa região.”​Bolsonaro e Witzel, que é pré-candidato à Presidência, têm entrado em atrito nos últimos meses. No fim de novembro, Bolsonaro acusou Witzel de manipular as investigações do caso Marielle Franco e disse que a sua vida “virou um inferno” desde a eleição do seu ex-aliado. Ele afirmou, ainda, que o governador do Rio tem usado a Polícia Civil do estado para atingi-lo. Bolsonaro e Witzel têm trocado ataques desde que o ex-juiz anunciou sua intenção de se candidatar à Presidência em 2022. O governador disse que irá processá-lo pelas acusações de manipular o caso Marielle. Segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo em janeiro, entrar em choque com o presidente Jair Bolsonaro parece ser fatal, ao menos nas redes sociais. A deputada Joice Hasselmann (PSL) e os governadores João Doria (PSDB-SP) e Witzel são grandes exemplos disso, aponta índice de popularidade digital, feito pela consultoria Quaest. A empresa analisa o desempenho digital de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter. Enquanto eram aliados a Bolsonaro, Joice, Doria e Witzel chegaram a ser líderes no índice em seus grupos (deputados federais e governadores, respectivamente). Após o rompimento, ambos desabaram no levantamento. Além disso, Joice, Doria e Witzel passaram a ser criticados abertamente na rede por pessoas próximas ao presidente, como seu filho Eduardo. Em agosto e setembro, Wizel foi o gestor estadual com melhor popularidade nas redes sociais, segundo o índice. Ele se elegeu apoiando o então candidato Bolsonaro e manteve alinhamento até meados deste ano. Em setembro, porém, passou a se colocar enfaticamente como possível candidato a presidente. Após esse movimento, Witzel passou também a ser criticado por Bolsonaro e seu entorno. O presidente tem dito que a polícia do Rio, sob comando de Witzel, tem perseguido o senador Flávio Bolsonaro na investigação sobre "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio quando era deputado estadual. Witzel, então, desabou no índice de popularidade digital, ficando em novembro apenas como o 9º governador com maior popularidade.

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    Empresa de ônibus é condenada por descontar de motoristas despesas com roubos e desgaste de peças

    Uma empresa de ônibus do Rio de Janeiro foi condenada, após uma ação civil pública ajuizada pelo...

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    Motorista atropela 18 pessoas e mata 2 em bar no interior de SP

    O motorista de uma S-10 foi expulso após brigar com três mulheres e voltou com o veículo, atropelando e matando 2

  • Estado Islâmico anuncia 'nova fase' de ataques com Israel como alvo
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    AFP

    Estado Islâmico anuncia 'nova fase' de ataques com Israel como alvo

    Em mensagem de áudio divulgada nesta segunda-feira (27), o grupo radical Estado Islâmico (EI) afirmou que irá lançar uma "nova fase" de sua "jihad", visando especificamente a atingir Israel.

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    Justiça penhora Hilux de Ciro Gomes para indenizar Fernando Holiday

    A declaração do ex-governador do Ceará aconteceu em entrevista à Rádio Jovem Pan, em junho de 2018

  • Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia
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    Agência Brasil

    Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia

    Arqueólogos do Instituto Mamirauá descobriram que há ilhas artificiais, também chamadas de “aterrados”, em áreas de várzea do Médio e Alto Solimões, no Estado do Amazonas. Essas ilhas foram construídas em períodos que antecederam a chegada de colonizadores portugueses e espanhóis à região.Mais de 20 ilhas foram identificadas. Elas medem entre um e três hectares e têm até sete metros de altura. As ilhas têm formato piramidal com a base maior. Na parte de cima, que fica na superfície inclusive na época de cheia, o material cerâmico utilizado no solo ajuda a estabilidade do terreno e as bordas têm forma de talude (rampa), que facilita acesso à água e à atividade de pesca. Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia - Márcio Amaral/ Instituto MamirauáConforme o Instituto Mamirauá “foram encontradas cerâmicas do estilo corrugado, caracterizado esteticamente pelas ‘rugas’, camadas modeladas nos vasos e peças. O estilo cerâmico, datado dos séculos 15 e 16, é comum a grupos tupis”. Além desse material, os pesquisadores identificaram “fragmentos de cerâmica do estilo Hachurada Zonada, tipo ainda mais antigo – acredita-se que por volta de mil a.C.” A hipótese dos arqueólogos é que essas ilhas foram erguidas e utilizadas pelos omáguas, povo indígena antigo - ascendente dos atuais kambebas, etnia amazônida no Brasil e no Peru. Relatos de cronistas do século 16, que acompanharam expedições de colonizadores, registram a descrição de povos: “eles eram tantos que se arrojaram e moram em ilhas”, conforme documento histórico citado à Agência Brasil por Márcio Amaral, do Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão do Patrimônio Cultural da Amazônia do Instituto Mamirauá. O arqueólogo se impressiona com o volume de terra que os omáguas movimentaram para formar as ilhas artificiais. A terra foi retirada de locais cavados, que desde então formam depressões. “É um volume absurdo de terra que foi movimentada. Se essa movimentação de terra fosse mecanizada, seriam necessários vários tratores várias caçambas, várias pás-carregadeiras – uma estrutura monumental”, assinala.  Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia - Márcio Amaral/ Instituto MamirauáA estimativa é de que haja na região cerca de 250 sítios arqueológicos na região, dos quais cerca de 20 são ilhas artificiais. O número de ilhas e o volume de terra deslocado levantam hipóteses entre os pesquisadores sobre o nível de conhecimento, a capacidade tecnológica, a densidade populacional e a organização social dos omáguas. “Certamente havia muitas pessoas e havia uma organização para essas pessoas construírem e movimentar terra. Tinha que saber onde colocar. Seguramente, havia [pessoas que cumpriam a função de] engenheiros. As ilhas são rampadas. Para aguentar a distribuição do peso fizeram com uma distribuição proporcional”, descreve Márcio Amaral. As pesquisas feitas pelos arqueólogos do Instituto Mamirauá, com apoio do ICMBio, são desenvolvidas há cinco anos. Segundo eles, construções similares foram encontradas na Ilha do Marajó, no Pará, e em Llanos de Mojos, na Bolívia.  *A matéria foi alterada às 12h41 do dia 27 de janeiro para correção do número de ilhas no penúltimo parágrafo

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    O Globo

    Feijoadas aquecem o pré-carnaval da Barra

    Windsor Barra promove dois eventos em fevereiro

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    Folhapress

    Justiça nega recurso e mantém decisão que barra divulgação do Sisu

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) rejeitou, na noite deste domingo (26), o recurso da AGU (Advocacia-Geral da União) e manteve suspensa a divulgação dos resultados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). O recurso havia sido apresentado pela AGU e pelo Inep, instituto responsável pelo Enem, com um pedido de urgência. O argumento era que a suspensão, determinada pela Justiça Federal em São Paulo, na sexta (24), apresentava "graves prejuízos à política pública de ensino superior". Na decisão, a desembargadora Therezinha Astolphi Cazerta, presidente do TRF-3, considerou que não foram apresentados "elementos seguros de que candidatos não teriam sido impactados" pelos erros no cálculo da nota do Enem. O MEC identificou falhas nas notas de cerca de 6.000 candidatos. Cazerta afirma ainda que é papel da União garantir que os candidatos obtenham a nota correta, de forma clara e transparente. "Esse é um direito individual, parte do compromisso assumido pelo Estado na estruturação de um exame de escala nacional, e que não pode ser ignorado pela União Federal", diz, na decisão. A desembargadora também considerou as expectativas dos candidatos a respeito de uma vaga nas universidades públicas do país e concluiu que seria "particularmente difícil que um erro a esse respeito seja reparado". A presidente do TRF-3 explica que, caso fosse identificada uma alteração na nota de um candidato já classificado, a União Federal teria que "escolher se atende ao candidato que inicialmente obteve a vaga --com uma nota equivocada-- ou àquele que efetivamente a ela tem direito --com a nota correta".  No mesmo sentido, a desembargadora entende que alterações nas notas prejudicam as decisões dos estudantes e geram "um efeito em cascata em toda a política educacional do país". "Caso o indivíduo tivesse obtido o ingresso na universidade pública, ele provavelmente não iria recorrer ao financiamento estudantil [Fies], por exemplo".  Na decisão, Cazerta também faz críticas à maneira como o governo lidou com os problemas no Enem e afirmou que a continuidade do cronograma do Sisu seria uma "grave lesão à administração pública", ao contrário do que afirmavam a AGU e o Inep. "Tivesse a União Federal procedido ao tratamento transparente do problema, tanto fornecendo respostas àqueles que se socorreram da via por ela própria criada para solucionar o problema; quanto realizado o recálculo das notas dos candidatos, reconhecendo a real extensão da situação --providências para as quais têm os meios necessários, porquanto são os mesmos utilizados anteriormente para fornecer os resultados-- teria sido desnecessária a intervenção jurisdicional, minimizando os atrasos decorrentes do equívoco." A decisão não alterou o encerramento das inscrições no Sisu, mantido para as 23h59 deste domingo (26).

  • 'Pergunta pro Trump', diz Bolsonaro sobre tratamento recebido por brasileiros deportados dos EUA
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    'Pergunta pro Trump', diz Bolsonaro sobre tratamento recebido por brasileiros deportados dos EUA

    O presidente Jair Bolsonaro, que está em visita de Estado à Índia, voltou a comentar a deportação...

  • Negociação entre Flamengo e Arsenal por Pablo Marí trava por impasse nos termos
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    A negociação entre Flamengo e Arsenal pela contratação de Pablo Marí esfriou. O motivo foi a...