Ex-participante de 'BBB' britânico recebe R$ 500 mil do público para tratar anorexia

O Globo
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As vantagens de participar de um programa como o "Big Brother" vão muito além do prêmio final. Nikki Grahame, estrela da edição britânica do programa em 2006, está prestes a começar um tratamento especializado para anorexia nervosa em uma instituição particular depois que suas amigas arrecadaram cerca de R$ 500 mil on-line para financiar os cuidados de que ela necessita.

Os amigos de Nikki, Carly Cunningham e Leon Dee, fizeram uma campanha pela internet para arrecadar a verba necessária e, graças ao engajamento do público, ultrapassaram a meta inicial. Segundo eles, o tratamento que ela precisa custa cerca R$ 180 mil por mês, sendo a única opção para "salvar a vida", da ex-participante.

Nikki já revelou que começou a sofrer de anorexia aos 6 anos e, por isso, nunca menstruou ou produziu óvulos. Depois de ser internada pela primeira vez em uma unidade de transtornos alimentares aos 8 anos, ela precisou ser alimentada por meio de um tubo, o que causou danos a longo prazo em seu esôfago.

Em 2019, Niki apareceu no programa "This Morning" para um debate acalorado sobre o polêmico aplicativo Kurbo, dos Vigilantes do Peso, voltado para jovens de 8 a 17 anos.

Ela classificou o aplicativo como "perigoso" e concordou com os críticos que ele promovia transtornos alimentares. Na ocasião, ela disse aos apresentadores Davina McCall e Rochelle Humes que estava "no controle" de sua própria saúde.