Ex-secretário de Bolsonaro diz que foi parado pela Receita por não ter nota fiscal de 2 celulares

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.09.2019 - O empresário Salim Mattar, fundador da Localiza. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.09.2019 - O empresário Salim Mattar, fundador da Localiza. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O empresário Salim Mattar, fundador da Localiza, foi às redes sociais nesta quinta (28) criticar a burocracia da Receita Federal. Ele disse que foi parado pelo órgão no aeroporto ao desembarcar de um voo vindo de Santiago.

"Chegando do Chile, após viagem de trabalho, fui barrado na Receita Federal por ter dois celulares (um Tim e um Vivo) e não estar com a nota fiscal de compra. Quem vai andar com a nota fiscal no bolso? A burocracia procura infernizar a vida exatamente de quem deviam servir, os cidadãos", escreveu Mattar.

O empresário, que foi secretário de Desestatização do governo Bolsonaro, deixou o cargo em 2020 reclamando da dificuldade em vencer o establishment. Depois disso, passou a se manifestar quase diariamente nas redes sociais para reclamar da burocracia.

Nas mensagens em que descreveu o episódio com a Receita em suas redes sociais, Mattar conta que esteve em Santiago para um encontro com Sebastián Piñera, o ex-presidente do Chile que passou o cargo ao esquerdista Gabriel Boric, em março.

Procurado pela Folha de S.Paulo., Mattar não respondeu. A Receita diz que não pode comentar casos ou decisões que envolvem contribuintes específicos.

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