A explicação de Flamengo e Maracanã para a premeditada tentativa de invasão

O blog apurou que o Flamengo tinha conhecimento, assim como a Polícia Militar e a administração do Maracanã, sobre a possibilidade de invasão de torcedores no estádio na partida contra o Atlético-MG. O clube tratava a partida como a de mais alto risco desde a final da Sul-Americana em 2017, contra o Independiente, em que houve problemas ainda mais graves. Dessa vez, houve um jogo de gato e rato.

Havia um grupo de 200 a 300 pessoas rondando o estádio sem ingresso, monitorados por seguranças particulares e Batalhão Especial de Operação em Estádios (Bepe). A estratégia para evitar a invasão era contar com a força da cavalaria da PM, que dispersava o grupo com bombas e gás de pimenta.

Em dado momento, o grupo se dividiu. Eles iam para um lado, a cavalaria cercava, eles voltavam. Acabaram chegando até a frente do setor Norte. Quando chegaram, havia uma linha de segurança fora do curral, passam pelos agentes particulares, e foram derrubando as grades. Quem estava dentro do curral se assustou, e espalhou o tumulto.

A situação só foi reestabelecida com a chegada da PM com a cavalaria. Quando os torcedores romperam o curral de grade, todo mundo que estava ali foi para a frente de um portão. Por uma medida de segurança, um funcionário abriu o portão para que essas pessoas entrassem, pois elas não conseguiriam voltar - estavam sendo esmagadas contra o portão. Depois que não havia mais pessoas espremidas, o local foi novamente trancado. Na ação, um segurança se feriu.

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