Exposições: 'Playmode' propõe reflexão sobre atualidade através de jogos; confira programação

Os jogos ganham destaque na mostra interativa "Playmode", que reúne trabalhos lúdicos, sensoriais e conceituais no Centro Cultural Banco do Brasil. Outras novidades na programação dos museus são três mostras retrospectivas dos artistas Daniel Lannes, Luiz Norões e Ricardo Ribenboim no Paço Imperial.

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BarraShopping

'Van Gogh Live — 8K'. Apostando em tecnologia de ponta e performances artísticas, a maior instalação imersiva de Van Gogh tem sua estreia mundial no Rio. A exposição contará com a projeção de mais de 200 obras do pintor em resolução 8K formando uma narrativa, num total de quase 40 minutos, embalada por uma trilha sonora original, com músicas de Debussy, Ravel, Bach, O'Halloran e Pink Floyd, entre outros. Abertura em 28 de julho. Até 2 de novembro.

BarraShopping (Estacionamento Nível Lagoa): Av. das Américas 4666, Barra da Tijuca. Seg a sáb, 10h às 22h. Dom e feriados, 10h às 20h. R$ 70 (seg a qui, diurno), R$ 80 (seg a qui, noturno), R$ 100 (sex, sáb, dom e feriados).

Casa França-Brasil

'A alegria não é a prova dos nove (ou um arquipélago de singularidades)'. A exposição que ocupa toda a Casa França-Brasil e conversa com a arquitetura do espaço, traz obras de Ivani Pedrosa, Helena Trindade e Myriam Glatt e mais 6 artistas. A curadoria é assinada por Alexandre Sá. Até 30 julho.

Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a sáb, 10h às 17h. Grátis.

Centro Cultural Banco do Brasil

'Playmode'. Os jogos ganham destaque na mostra interativa que reúne 42 trabalhos de artistas do Brasil e de outros oito países. As obras demonstram como a lógica dos games está cada vez mais inserida em nossos costumes através de experiências lúdicas, sensoriais e conceituais. Até 12 de outubro.

'Portinari raros'. A exposição reúne cerca de 50 obras pouco ou nunca vistas de Candido Portinari, revelando facetas raras do artista. Entre os itens, estão trabalhos vindos de coleções particulares, projetos de figurinos e cenário para balé, estudo para painel da ONU e a única cerâmica que o pintor produziu na carreira. A curadoria é de Marcello Dantas. Até 12 de setembro.

'Por uma longa estrada de areia - La lunga strada di sabbia'. A exposição produzida pelo Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro presta homenagem ao centenário do cineasta Pier Paolo Pasolini com um acervo de mais de 70 fotografias em preto e branco feitas por ele e Paolo Di Paolo. Até 2 de agosto.

'Ponto de fuga: linguagem fotográfica'. A exposição traz 16 obras do fotojornalista Flávio Damm que vão de 1950 ao final da década de 80 e fazem parte do acervo do Banco do Brasil. Até 15 de agosto.

Rua Primeiro de Março 66, Centro. Seg, 9h às 21h. Qua a sáb, 9h às 21h. Dom, 9h às 20h. Agendamento pelo site Eventim. Grátis

Centro Cultural Correios

'Triagem'. A individual de Katia Politzer apresenta esculturas em escala humana, além de grandes instalações realizadas a partir de 2020, com materiais como cerâmica, vidro, ferro, tecido, cimento, silicone e poliestireno. Até 3 de setembro.

'Solidão dos números primos'. A individual de Mário Camargo reúne cerca de trinta obras que, na sua maioria, foram pintadas em linho com tinta acrílica diluída. Até 3 de setembro.

'Atrás da Grande Muralha - Nova arte chinesa e brasileira'. Com curadoria de Clay D’Paula, a coletiva promove um intercâmbio cultural entre a produção artística contemporânea chinesa e brasileira, com trabalhos de nomes de destaque da China, como Angel HUI Hoi Kiu e Sun Xun, e do Brasil, incluindo Christus Nóbrega e Dulce Schuck Schunck. Até 29 de julho.

'Janelas Indiscretas, eu vejo o que você vê?'. A ocupação fotográfica de Marilou Winograd é resultado de uma investigação que começou durante a pandemia e levou 18 meses, se debruçando sobre o olhar através da janela. Com curadoria de Alexandre Murucci e produção de Carlos Bertão e Alê Teixeira. Até 23 de julho.

Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, 12h às 19h. Grátis.

Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab)

'Pernambuco encantado'. A coletiva reúne mais de 2.500 peças de 54 artesãos pernambucanos, destacando a riqueza cultural do estado através da arte. Até 25 de julho.

'Acervo de portas abertas'. A mostra inédita traz cerca de 100 peças de artesãos que retratam a arte feita à mão em várias regiões do país. Até julho.

Praça Tiradentes 67, Centro. Ter a sáb, 10h às 17h.Grátis.

Centro Cultural Justiça Federal

'Onde está o sujeito?'. A individual marca 45 de trajetória do fotojornalista Rogério Reis. Com curadoria de Evandro Salles, a mostra reúne cerca de 100 obras, entre fotos, ensaios, vídeos e objetos, distribuídas em nove séries. Até 14 de agosto.

Av. Rio Branco 241, Centro - 3261-2550. Ter a dom, 11h às 19h. Grátis.

Danielian Galeria

'Modernidades Emancipadas'. A coletiva que ocupa os dois andares da galeria na Gávea traz 80 obras produzidas entre a metade do século XIX até os anos 1960, de 38 artistas brasileiros ou radicados no Brasil que traçam um panorama histórico da chamada "modernidade". Entre os artistas expostos, estão Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Anita Malfatti, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Gustavo Dall’ara, Heitor dos Prazeres e J. Carlos. Até 13 de agosto.

Rua Major Rubens Vaz 414, Gávea. Seg a sex, 11h às 19h. Grátis.

Instituto Moreira Salles

‘Constelação Clarice’. A obra e o legado de Clarice Lispector são tema da mostra com curadoria de Eucanaã Ferraz e Veronica Stigger que reúne cerca de 300 itens, entre manuscritos, fotos, pinturas, cartas, discos, reportagens e documentos. Até 9 de outubro.

Rua Marquês de São Vicente 476, Gávea. Ter a sex, 12h às 18h. Sáb, dom e feriados, 10h às 18h. Grátis.

Jardim Botânico

'O Jardim Botânico e a expedição belga no Brasil 1922-23'. A exposição no Galpão das Artes reúne fotografias e outros itens históricos sobre a expedição liderada pelo botânico belga Jean Massart entre 1922 e 1923 que cumpriu etapas no Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Pará e Amazonas. O acervo é do Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio. Até 27 de setembro.

Rua Jardim Botânico 1008, Jardim Botânico. Diariamente, 9h às 17h. Grátis.

Museu da História e Cultura Afro-Brasileira

'Cachimba'. A individual da artista plástica gaúcha Luanda reúne arte, história e religiosidade de matriz africana para refletir sobre ancestralidade e intolerância religiosa. Até 23 de julho.

'Protagonismo: memória, orgulho e identidade'. A exposição inaugural do MUHCAB conta com trabalhos de artistas como Nelson Sargento, Heitor dos Prazeres e Artedeft. No coração da Pequena África, o novo espaço possui ainda um acervo de cerca de 2,5 mil itens, entre pinturas, esculturas e fotografias.

Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa. Qui a sáb, de 10h às 17h. Grátis. Site oficial: rio.rj.gov.br/web/muhcab

Museu de Arte Contemporânea

'Pontos de Fuga'. Mais de 70 obras inéditas, entre pinturas e uma instalação, compõem a individual que celebra 28 anos de carreira de Rafael Vicente. A mostra tem ainda jogos de memória e quebra-cabeça interativos. Até 28 de agosto.

'De onde vemos'. Com curadoria de Angelina Accetta, a mostra reúne pinturas, instalações e intervenções de Denise Berbet e artistas convidados para refletir sobre os diferentes modos de ver o mundo. Até 28 de agosto.

Mirante da Boa Viagem s/nº, Boa Viagem, Niterói. Ter a dom, 10h às 18h. R$ 12.

Museu de Arte do Rio

'Gira'. Com cerca de 100 obras, entre esculturas, pinturas, fotografias, desenhos, livros, maquetes e instalações —inclusive interativas —, a individual do artista Jarbas Lopes promove uma visão utópica do mundo e questiona o destino final dos objetos que descartamos. A curadoria é de Amanda Bonan e Marcelo Campos. Até 16 de outubro.

'Crônicas Cariocas'. A exposição celebra o Rio de Janeiro das pequenas histórias cotidianas que dão vida à cidade, com participação do historiador Luiz Antônio Simas e da escritora Conceição Evaristo na curadoria. A mostra conta com cerca de 600 obras entre pinturas, fotografias, filmes e músicas de mais de 100 artistas, como Rosana Paulino, Denilson Baniwa, Bispo do Rosário, Laerte, Bastardo, além de Milena Manfredini, Guignard, Di Cavalcanti e Lasar Segall. Até 31 de julho.

Praça Mauá 5, Centro — 3031-2741. Qui a dom, 11h às 18h. R$ 20.

Museu de Arte Moderna

'Nakoada: estratégias para a arte moderna'. Com curadoria de Denilson Baniwa e Beatriz Lemos, a coletiva propõe novos caminhos para o futuro, através de obras modernistas do acervo do museu, (incluindo trabalhos de Guignard, Tarsila, Portinari, Volpi, Anita Malfatti, entre outros), além de cerâmicas da coleção do Museu do Índio e trabalhos comissionados de cinco artistas contemporâneos. Entre os itens, estão algumas preciosidades da Coleção Gilberto Chateaubriand. Até 29 de janeiro de 2023.

'Terra em tempos: fotografias do Brasil'. Claudia Andujar, Miguel Rio Branco, Athos Bulcão, Sebastião Salgado, Marc Ferrez e Pierre Verger estão entre os 120 artistas que participam da mostra com 270 imagens produzidas de 1860 até os dias de hoje. Até 24 de julho.

Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro — 3883-5600. Qui e sex, das 13h às 18h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Contribuição voluntária.

Museu do Amanhã

'Amazônia'. Depois de passar por Paris, Londres, Roma e São Paulo, chega ao Rio a exposição que reúne 194 fotografias de Sebastião Salgado, resultado de uma imersão de 7 anos na região amazônica. Idealizada por Lélia Wanick Salgado, que assina a curadoria, a mostra traz ainda um espaço com projeções sonorizado com uma composição especial de Rodolfo Stroeter. Até 29 de janeiro.

Exposição principal: Para abordar o impacto do homem no planeta, a mostra permanente se divide em cinco partes — Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós.

Praça Mauá 1, Centro — 3812-1800. Ter a dom e feriados, 10h às 18h. R$ 30 (de graça às terças). Ingressos somente pelo site eventim.com.br

Museu do Ingá

'A afirmação modernista - a paisagem e o popular na coleção Banerj'. Com curadoria de Marcus de Lontra Costa e Viviane Matesco, a mostra explora o modernismo específico da cena carioca, que acentua o caráter popular e a beleza natural da cidade. Entre as obras do acervo do antigo banco Banerj, estão trabalhos de Goeldi, Djanira, Caribé, Marcier, Cícero Dias, entre outros artistas, além de um módulo dedicado a Di Cavalcanti. Até 24 de setembro.

'Como é bom o Carnaval: a arte moderna de Helios Seelinger'. A exposição instiga os visitantes a descobrirem outros modernismos para além daquele que se consagrou na cultura nacional através de um conjunto de obras do carioca Helios Seelinger, cuja última individual foi há 47 anos no Museu Nacional de Belas Artes. Até 24 de setembro.

Rua Presidente Pedreira 78, Ingá, Niterói. Qua a sáb e feriados, das 12h às 17h. Grátis.

Museu do Meio Ambiente

'Fluxo gênico'. A exposição do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore marca a reabertura do museu do Jardim Botânico, com 24 obras inspiradas em trabalhos científicos realizados pela diretoria de pesquisa da instituição. A mostra explora o processo de construção de sentimentos a partir da noção de identidade e pertencimento. Até 31 de julho.

Rua Jardim Botânico 1.008, Jardim Botânico. Aos fins de semana: acessos pela Rua Jardim Botânico 920. Qui a ter, 8h às 17h. R$ 17 (ingresso do Jardim Botânico para moradores da Área Metropolitana do Rio)

Museu do Pontal

'Novos ares: Pontal reinventado': A nova sede do museu que é referência internacional em arte popular brasileira, na Barra da Tijuca, apresenta o conjunto de seis mostras, uma de longa duração e cinco temporárias, em um total de cerca de duas mil peças.

'Prosperidade, felicidade em tudo'. Com a temática da luta antimanicomial, a coletiva reúne dez obras, entre pinturas e esculturas, de sete artistas que integram o Atelier Gaia, espaço vinculado ao Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.

Avenida Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra da Tijuca. Qui a dom, das 10h às 18h. Contribuição voluntária.

Museu Histórico da Cidade

'Vagalumes 21'. A mostra que ocupa três pavimentos do museu no Parque da Cidade apresenta obras de 12 artistas brasileiros contemporâneos, com curadoria de Sergio Mauricio Manon (que participa da exposição) e da antropóloga Ana Amado. Como parte da mostra, serão realizadas atividades multidisciplinares de meditação e arte educação. Até 28 de agosto.

Estrada Santa Marinha s/n, Gávea. Qui a dom, 9h às 16h. Grátis.

Museu Histórico Nacional

'Rio 1922'. A exposição em comemoração ao centenário do MHN e ao bicentenário da Independência do Brasil faz viagem pelo Rio de Janeiro de 1922, com cerca de 100 itens de época, entre fotografias, pinturas, vestuário, objetos, cédulas e mobiliário. Até dezembro.

'Brasil decolonial – outras histórias'. A mostra traz um conjunto de 17 intervenções no circuito de longa duração do MHN sobre temas e objetos relativos à diáspora africana na história do Brasil.

Praça Marechal Âncora s/nº, Centro — 3299-0324. Qua a sex, 10h às 17h. Sáb e dom, 13h às 17h. Grátis.

Oi Futuro

'O desenho na obra de Anna Bella Geiger'. Com curadoria da própria artista, aos 89 anos, a exposição traça uma retrospectiva do desenho ao longo de suas sete décadas de carreira nas artes visuais. Entre os itens da mostra estão desenhos originais feitos na década de 1960, filmes de videoarte gravados nos anos de 1970 e uma galeria virtual, com mais de 50 obras da artista, que poderá ser acessada por computadores, óculos de realidade virtual e projeções. Até 24 de julho.

Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, 11h às 20h. Grátis.

Paço Imperial

'Podre de chique: Retrospectiva extraordinária de Adir Sodré'. Com curadoria de Guilherme Altmayer e Leno Veras, a mostra reúne obras do artista que abordam temas como defesa ambiental, crítica ao poder político e ao perfil ainda elitista do sistema de arte, e as questões referentes à sexualidade. Até 23 de outubro.

'Jaula'. A individual de Daniel Lannes faz uma retrospectiva por telas do artista carioca que provocam releituras políticas e sociais da história brasileira. A curadoria é de Lilia Moritz Schwarcz. Até 23 de outubro.

'Luiz Norões - Todos os riscos'. Com curadoria de Ivair Reinaldim, a mostra retrospectiva do artista que participou da chamada Geração 80 reúne pinturas, gravuras, desenhos, poemas e documentos para jogar luz sobre sua trajetória artística.

'Rastro dos restos'. O artista plástico Ricardo Ribenboim exibe obras inéditas que dialogam com a passagem do tempo e a finitude das coisas. A mostra tem curadoria de Yuri Quevedo. Outros trabalhos inéditos podem ser vistos na exposição gratuita “O acaso”, no Espaço Cultural OASIS (Rua Buenos Aires, 168, Centro. Ter a sáb, 12h às 17h), em que o artista ressignifica fragmentos de trabalhos antigos. Até 15 de agosto.

Praça XV de Novembro 48, Centro. Ter a dom, 12h às 18h. Grátis.

Pinakotheke Cultural

'Frans Krajcberg (1921-2017) – Natureza em preto e branco'. A exposição celebra o centenário de nascimento do artista defensor do meio ambiente, com pinturas, esculturas, gravuras e fotografias em preto e branco, além de fotos e filmes de seu amigo Luiz Garrido. Abertura em 25 de julho. Até 27 de agosto.

Rua São Clemente 300, Botafogo. Seg a sex, 10h às 18h. Sáb, 10h às 17h. Grátis.

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