A fé da viúva de Marielle no poder transformador de cada um de nós

Grasielle Castro
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A fé da viúva de Marielle no poder transformador de cada um de nós

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Levar as bandeiras, missões e ideais da Marielle a gente pode fazer de qualquer lugar, qualquer pessoa pode fazer isso.

É com fé no poder transformador de cada um que a viúva de Marielle Franco, Monica Benício, encara a responsabilidade de preservar o legado da vereadora do Rio de Janeiro pelo PSol, assassinada brutalmente há exatamente 1 mês.

Marielle e seu motorista Anderson Gomes foram atingidos por um total de 13 tiros em Estácio, na região central do Rio. Negra, da periferia e lésbica, a vereadora, que era uma das vozes de denúncia sobre violência policial, se tornou um símbolo de luta pelos direitos humanos.

"Existem várias formas de continuar essa luta", explica Monica ao HuffPost Brasil. "Existe a forma pela qual Marielle escolheu, que é por dentro do Parlamento, por dentro do sistema. Acho que a política hoje ainda é uma das formas mais bonitas que a gente encontra de lutar pela democracia, embora o Brasil não seja o melhor exemplo que a gente tenha de prática disso, mas eu acredito nisso. Só que também há outros meios de fazer isso", pontua.


Como arquiteta e urbanista, com mestrado em curso, Monica, por exemplo, acredita no poder da sala de aula. "No meu lugar de fala, [a luta] pode ser na instrução de alunos para que se tornem bons urbanistas, que pensem em cidades para todos, que pensem em uma cidade que não seja tão segregada, violentamente como a gente tem hoje", explica.

Para ela, uma doméstica pode fazer isso quando está na militância ou só quando ensina o filho a ter bons valores, a não ser machista, a não aceitar a sociedade patriarcal. "Qualquer pessoa pode fazer isso, de qualquer lugar, não necessariamente dentro do Parlamento",...

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