Férias: museu oferece teatro de mamulengos e contação de histórias nas redes sociais

·2 minuto de leitura

NITERÓI — A quinta edição do programa infantil “Férias no museu” será exibida nas redes sociais do Teatro Janete Costa, entre amanhã e sexta-feira, sempre às 16h. Esta é a segunda vez que a programação, realizada nas férias escolares desde 2017, migra para o formato on-line, devido à pandemia da Covid-19. Nesta edição haverá uma série de teatro de mamulengos e narração de histórias.

Daniela Magalhães, diretora do Janete Costa, explica que a programação voltada para as crianças foi criada com o intuito de dialogar com a exposição temporária em cartaz no museu e que, apesar da mudança no formato, o evento segue a tradição:

— A série de histórias de teatro de mamulengo se contextualiza na exposição atual “Tudo que move é sagrado”, que tem uma forte referência nesse tipo de teatro de Glória de Goitá, em Pernambuco. Prestigiamos artistas que já trabalharam conosco, e a maioria das atividades é voltada para crianças de 5 a 12 anos. Mas são histórias que encantam a todos.

Para iniciar e fechar a programação, a Série Cultura Popular, da Rede Potiguar de Televisão Educativa e Cultural, apresenta o Show de Mamulengos de Haroldo Lins. Na segunda-feira será apresentado o episódio “Chuveiro”, e na sexta, “Caixa d’água”. Ambos, com muito humor, chamam a atenção para a importância da economia de água e a sustentabilidade.

Terça-feira será apresentada a “Cabana de histórias” uma ação itinerante, de promoção do livro e da leitura, com narração de histórias e música ao vivo. Sua estrutura proporciona a associação do mundo mágico dos livros a momentos de prazer e contentamento. Em uma atmosfera de encanto e alegria, uma cabana é montada como cenário, onde painéis são descortinados na sequência das histórias. Em cena, a atriz e escritora Danielle Fritzen, na companhia do músico e ator Renato Badeco, desenvolve variadas formas de contar histórias de três dos seus dez livros publicados.

Em seguida, na quarta, é a vez de “Casamento de Dona Baratinha”. Na contramão do clássico, nesta versão atualizada, com texto e direção de Anselmo Fernandes, a Dona Baratinha só pensa em trabalhar, pois quer ser famosa e rica. Vive conectada na web buscando oportunidades.

Na quinta, a atração é “Glorinha cantando Amor de Índio”. Em uma visita espontânea ao Janete Costa, Glorinha, da dupla Glorinha e Renato, interpretou a música “Amor de índio” (Beto Guedes), canção que inspirou o nome da exposição “Tudo que move é sagrado”.

SIGA O GLOBO-BAIRROS NO TWITTER (OGlobo_Bairros)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos