Fabio Faria entre com processo por calúnia contra Ernesto Araújo

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Ernesto Araújo foi aliado ao presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução.
Ernesto Araújo foi aliado ao presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução.
  • Ex-chanceler disse em entrevista que ministro teria favorecido a China no leilão do 5G

  • Declaração foi gravada no podcast ConservaTalk

  • Advogados entraram com queixa-crime

Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores do governo Bolsonaro, foi acusado pelo ministro Fabio Faria, das Comunicações, de injúria, calúnia e difamação, após declarações do ex-chanceler em entrevista na última segunda-feira (17).

Convidado para participar do podcast ConservaTalk, Araújo teria insinuado que Faria favoreceu a China no leilão do 5G, conduzido por sua pasta.

“Porque esse Centrão que veio ai é um Centrão que acha que política externa é fazer tudo que a China quer. Não sei qual é o grau de interesse econômico que essas figuras têm com a China. Mas é óbvio que há uma imbricação muito pequena, de perto entre partidos do Centrão, pessoas do Centrão e a China”, opinou o ex-ministro.

“PP, para mim, é partido de Pequim. Essas pessoas então quiseram o que, agora querem uma política externa completamente desvinculada de um processo de transformação interna que está transformando o Brasil em uma colônia chinesa. (...) Três pessoas que são chaves nisso: Ciro Nogueira, Fábio Faria, que entregou o 5G para a China, e Fábio Arruda".

Os advogados de Faria, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, entraram hoje com uma queixa-crime na 7ª Vara Criminal Federal de Brasília. Segundo eles, Araújo sugeriu em sua fala que o PP "seria financiado diretamente pela República da China e, portanto, no seu entender, as ações do Ministério das Comunicações do Brasil estariam pautadas, na realidade, pelos interesses dos chineses".

Além disso, acusam o ex-ministro de “insinuar” que seu cliente "teria prevaricado quando da condução dos trabalhos perante o Ministério das Comunicações, especificamente, no que diz respeito ao pregão da tecnologia 5G, pois teria colocado em primeiro plano os interesses de país estrangeiro, a China".

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