Fabio Porchat responde às perguntas inusitadas que faz no ‘Que história é essa?’: ‘Se não tiver queijo no céu, eu nem entro’

Naiara Andrade
“Eu trago de outras vidas essa minha vontade de comer e não fazer exercícios”, conta Porchat

Reunimos as inusitadas perguntas que Fabio Porchat costuma fazer aos convidados famosos, no fim do “Que história é essa, Porchat?”, e o desafiamos a respondê-las. Confira:

Qual é a sua primeira lembrança da vida?

“Eu me lembro do meu pai construindo uma pipa. Eu tinha 3 anos. Para eu aceitar a chegada da minha irmã, ele disse que Alice (a única irmã de Porchat) tinha me dado aquela pipa de presente”.

Sua maior loucura da adolescência?

“Ter ido ao ‘Programa do Jô’ e pedido para interpretar um texto meu para ‘Os normais’ lá na frente. Como eu pude fazer uma coisa dessas?”.

Seu primeiro crush famoso?

“Natália Lage, em ‘O mapa da mina’, e Deborah Secco, em ‘Confissões de adolescente’. Inclusive, contei isso pra ela, que deu risada. Que adolescente não queria pegar a Deborah Secco?”.

Que evento histórico você gostaria de ter presenciado?

“Eu queria ter visto Moisés conversando com Deus. Ouvindo a voz dele, eu saberia que é verdade a sua existência. Ou ver Jesus ressuscitando”.

Pra qual profissão não levaria jeito?

“Qualquer uma que precisasse ter coordenação motora e que tenha que usar caligrafia. Minha letra é horrível!”.

Se pudesse ser alguém por um dia...

“Queria ser a Rainha Elizabeth. Ela tem quase 100 anos! Deve saber muito segredo... Ela sabe se o homem realmente foi à lua”.

Como gostaria que o mundo acabasse?

“Com uma invasão alienígena ou um apocalipse zumbi. Uma vez por mês, tenho um pesadelo assim. E amo ter pesadelo! Acordo apavorado e volto logo a dormir para continuar sonhando. Às vezes, consigo. É muito gostoso!”.

O que você quer escrito na sua lápide?

“Posso te garantir que não tem nada depois daqui. Se tiver, eu volto pra te avisar”.

Numa outra vida você foi...

“Gordo! Eu trago de outras vidas essa minha vontade de comer e não fazer exercícios”.

Qual foi a maior loucura que já viveu pela sua profissão?

“Pra mim, foi muita loucura ter participado de um episódio de ‘A grande família’. Quando o seriado começou, eu ainda estava na escola. De repente, eu me vi lá, de braço dado com Dona Nenê, sentado no sofá do Lineu, conversando com Agostinho. Foi mágico! Eu me lembro de uma cena com Pedro Cardoso em que ele foi dando o texto, e eu, esquecendo que estava em cena, comecei a rir. E ele: ‘O que é isso?’. Eu pedi perdão, disse que era bobagem minha. Virei um fã ali”.

Qual foi a coisa mais surreal que já inventaram a seu respeito?

“Que eu joguei a bomba na sede do Porta dos Fundos. E eu estava viajando, nem aqui eu estava! O que, talvez, faça algum sentido: joguei, mas não fui eu. Tem fundamento (risos)”.

Com quem você gostaria de ficar frente a frente por uma hora?

“Com Bolsonaro. Mais como uma curiosidade mórbida, sabe? Eu queria conversar de verdade com ele, sem imprensa nem ninguém em volta, pra ele não ficar dando banana para os outros. Outra pessoa com quem eu gostaria de conversar é o Papa Francisco. Acho ele um cara boa gente... Não sei como ainda não o mataram, tem ideias muito revolucionárias! Se atentaram contra a vida do João Paulo II, supercaretão, imagina Francisco!”.

Uma pessoa que já não está entre nós e com quem gostaria de ter trabalhado?

“Costinha, Rogério Cardoso e Golias”.

Se o gênio da lâmpada te concedesse um pedido que só durasse 24 horas, o que você pediria?

“Eu ia querer voar. Deve ser muito doido! Já pulei de paraquedas, bungee jump... Mas voar de verdade deve ser melhor...”.

Chegou ao céu, tem que ter o quê?

“Queijo. Se não tiver queijo, eu nem entro”.

Se você só pudesse fazer mais uma viagem, para o resto da sua vida, para onde iria querer ir?

“China. Não precisa ser agora (risos). Mas é um país enorme, eu poderia ficar lá viajando por um tempão”.