Facebook combateu 1,4 bilhão de ataques de spam no terceiro trimestre

Facebook combateu 1,4 bilhão de ataques de spam no terceiro trimestre (Foto: STR/NurPhoto via Getty Images)
Facebook combateu 1,4 bilhão de ataques de spam no terceiro trimestre (Foto: STR/NurPhoto via Getty Images)
  • No trimestre anterior, o Facebook detectou apenas 734 milhões de conteúdos do gênero;

  • A companhia atribuiu o grande aumento a um salto nos ataques de spam em agosto;

  • A empresa define spam como “conteúdo projetado para enganar ou que tenta enganar os usuários para aumentar a audiência"

O Facebook comunicou nesta terça-feira(22) que tomou medidas contra 1,4 bilhão de atividades de spam no terceiro trimestre deste ano. A empresa afirmou que, nos três meses que antecederam, apenas pouco mais da metade dos conteúdos do gênero foram detectados, cerca de 734 milhões.

A empresa-mãe do Facebook, Meta, atribuiu o grande aumento a um salto nos ataques de spam em agosto. A Meta divulgou os dados como parte de um relatório trimestral sobre como a companhia reforça seus padrões de comunidade, ou sejam regras que descrevem qual conteúdo é ou não permitido no Facebook.

A rede social diz que não permite spam em sua plataforma e o define como "conteúdo projetado para enganar ou que tenta enganar os usuários para aumentar a audiência".

A Meta também disse que está tentando cometer menos erros quando se trata de impor suas regras contra discurso de ódio, intimidação e assédio e incitação à violência. A empresa comunicou que aprimorou sua tecnologia de IA para reconhecer melhor quando palavras que podem parecer ofensivas estão sendo usadas como piada entre amigos.

A Meta publicou cinco relatórios na terça-feira, incluindo sobre operações que derrubaram conteúdo amplamente visto no Facebook e seu trabalho com um conselho de supervisão encarregado de revisar suas decisões mais difíceis de moderação de conteúdo.

Um dos relatórios também mostrou que a Meta está recebendo mais solicitações governamentais de dados de usuários em todo o mundo. O número de solicitações governamentais de dados de usuários aumentou 10,5%, de 214.777 para 237.414 nos primeiros seis meses de 2022. Os EUA enviaram a maioria das solicitações, seguidos por Índia, Alemanha, Brasil, França e Reino Unido. A Meta diz que fornecerá dados para cumprir as leis locais, mas também analisa outros fatores, como privacidade e liberdade de expressão.