Facebook minimiza, mas dados capturados do WhatsApp ferem privacidade

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Apps de mensagens. (Foto: Chesnot/Getty Images)
Apps de mensagens. (Foto: Chesnot/Getty Images)

O ano de 2021 começa com novidades na política de privacidade do WhatsApp, e as mudanças deixaram muita gente irritada: mais uma vez, o Facebook irá usar dados pessoais para vender publicidade de forma mais efetiva em sua plataforma.

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Quem não aceitar as atualizações, que passam a valer a partir do dia 8 de fevereiro, deve desinstalar o app.

Em comunicado, a empresa tentou minimizar o alcance do monitoramento que será feito das atividades no aplicativo. Salientou que as mensagens seguem sendo criptografadas de ponta a ponta, ou seja, ninguém terá acesso ao conteúdo, nem a própria empresa – tudo segue mantido nos dispositivos dos usuários.

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Mas uma olhada mais cautelosa nas novas regras revela que os dados que passam a ser capturados e monitorados pelo sistema do Facebook de criação de anúncios ferem, sim, a privacidade dos usuários.

Veja, a seguir, algumas dessas informações (todas giram em torno do perfil do usuário, e não do conteúdo das mensagens):

  • Número do telefone e dados de seu registro, como nome de usuário.

  • Informações sobre o aparelho utilizado, como marca e modelo, além da operadora.

  • Número do IP, valor que representa uma “localização” do usuário na rede.

  • Qualquer transação monetária realizada pelo usuário.

  • Números de contatos.

  • Atualizações de status.

  • Dados sobre atividade, como tempo de uso e momentos em que o usuário está online.

  • Foto de perfil.

Confortável em contar tudo isso pro Facebook? Em caso negativo, melhor começar a buscar uma alternativa.

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