Fachin defende segurança nas eleições e alerta para 'propagação de ilusões' de críticos ao sistema

CONSTANÇA REZENDE
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***FOTO DE ARQUIVO***BRASILIA, DF,  BRASIL,  27-11-2019 - O ministro Edson Fachin. Sessão plenária do STF, sob a presidência do ministro Dias Toffoli, destinada a continuidade de julgamento da autorização para investigações de transações financeiras por parte do UIF (antigo COAF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO***BRASILIA, DF, BRASIL, 27-11-2019 - O ministro Edson Fachin. Sessão plenária do STF, sob a presidência do ministro Dias Toffoli, destinada a continuidade de julgamento da autorização para investigações de transações financeiras por parte do UIF (antigo COAF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Edson Fachin, defendeu a segurança das eleições deste domingo (15) e alertou para o que chamou de "propagação de ilusões" e irresponsabilidade de críticos ao sistema.

Ele disse entender que críticas podem ser feitas no campo político, "mas que na ambiência da Justiça Eleitoral não há nada a ser registrado nesse sentido". "O sistema da justiça eleitoral brasileiro é um sistema sólido, que desde o seu início tem produzido confiança. Não há nenhuma demonstração até o momento de que tenha havido qualquer desvio na aplicação concreta desse sistema", afirmou neste sábado (14), após cerimônia de verificação de assinaturas do sistema de totalização dos votos do TSE.

Fachin acrescentou que "há em afirmações que colocam em dúvida a Justiça Eleitoral uma alta dose de propagação de ilusões e até mesmo de irresponsabilidade.

"As instituições precisam ser preservadas. Nenhum país se mantém como estado democrático se diluir suas instituições, e o Poder Judiciário, ao lado do Legislativo e do Executivo e da própria imprensa e de outras instituições são essenciais para a vida em sociedade", afirmou.

O ministro também alertou para a propagação de fake news e recomendou aos eleitores a checagem, em caso de dúvidas.

"Uma sociedade também preserva sua liberdade, mas ninguém tem o direito de destruir essa liberdade propagando notícias falsas e isso se faz através da checagem", disse afirmando que o impacto das notícias falsas, em sua opinião, será menor do que o nas eleições de 2018.