Fachin fala em resistir à barbárie e às ideologias cegas em mensagem sobre 2022

·1 min de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 23.10.2019 - O ministro Edson Fachin durante sessão no plenária do STF. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 23.10.2019 - O ministro Edson Fachin durante sessão no plenária do STF. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta sexta-feira (31) que espera que a chegada de 2022 sirva para "ofertar ao Brasil luzes e não mais sombras".

O magistrado disse que é necessário ter confiança de que a virada do ano possa representar "a redenção contra o conformismo e as injustiças que marcam esse tempo de agora".

"O amanhã não é uma das ‘commodities’ que teimam em reificar a vida; deve ser uma comunhão que resiste à barbárie, às ideologias cegas, e à tristeza dos caminhos tolhidos", afirmou.

O magistrado será presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2022. No texto sobre a virada do ano, ele não menciona o presidente Jair Bolsonaro (PL), mas fala que não seria positiva a continuidade do quadro atual.

"Há risco de totalizar-se uma catástrofe no ‘continuum’ da história se a centelha da esperança não vencer ódios, fanatismos, irracionalidades, prontos a repetir holocaustos de ontem se não houver consciência crítica, problematizadora, capaz de decifrar esse interrogante presente e transformá-lo em emancipação humana", disse.

O ministro disse desejar que "essa porta que se abre" possa traduzir "dignidade para livrar a humanidade da catástrofe, para ofertar ao Brasil luzes e não mais sombras, e reacender a força espiritual da esperança".

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos