Falcão lança música sobre infidelidade e satiriza política e presidente Jair Bolsonaro: 'Chifre é uma arma quente'

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"O cabra diz que é macho e anda armado sempre, peixeira, fifle, bom e pistola de pente" e "Cedo ou tarde, ele descobre que o chifre é uma arma quente". Os dizeres fazem parte da nova música do cantor Falcão, de 63 anos. Com bom humor característico, o cantor diz que a música, composta em parceria com Tarcísio Matos, veio de um desejo de fazer um "hino para o cornos". O obra fala de infidelidade, é verdade, mas também tem teor político, além de fazer menção ao presidente Jair Bolsonaro (sem citá-lo, diretamente). Para o artista, a ideia da brincadeira é que as pessoas se divirtam, mas também reflitam sobre o país.

"Foi uma brincadeira em cima do corno. Para ficar menos pesado na cabeça em que fez. Eu já pensava em fazer um hino para corno. O Tarcísio (coautor) me mandou também (parte da letras), depois daquela historia do mandarario ja ter levado chifre. O que acontece... Mas é uma brincadeira. Partir para esse lado engraçado e mostrar a situação pais, alem de fazer as pessoas rirem também", diz o artista.

A música doi lançada tempos depois de ser veiculada na imprensa a informação de Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, ex-empregado de Bolsonado. Ele relatou, em entrevista ao portal "Metrópoles", que Jair Bolsonaro teria sido traído pela ex-mulher, Ana Cristina Siqueira.

Situações do universo político são temas tratados por Falcão em suas músicas. "Chifre é uma arma quente" é a segunda de uma trilogia planejada por ele. Já lançou, por exemplo, "Você está certo, quem está errado é o Papa", com dizeres como: "Se você acredita que sendo um imbecil vai fazer a diferença no Brasil, então vá."

"É um meio de divertir, fazer rir e também relfletir um pouquinho sobre a situação do país. Depende muito da gente, do voto. ", acrescenta Falcão, que cita também o período difícil das pessoas com a pandemia e as consequências dela.

E, por falar nisso, o cantor está mesmo é com saudade do palco. Ano passado, ele até se apresentou num show drive-in, em que as pessoas ficam dentro de seus carros. Mas, na opinião dele, foi não foi a mesma coisa, com o calor do público. "Fomos os primeiros a parar (classe artística) e seremos os últimos a voltar. Mas dá para aproveitar esse tempo para pensar e criar coisas novas", conclui ele.

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