Famílias afetadas economicamente na Argentina receberão bônus

Marieta Cazarré - Repórter da Agência Brasil

Para amenizar o impacto do novo coronavírus na economia das famílias que ficaram sem rendimentos devido à quarentena geral, o governo da Argentina anunciou uma ajuda de 10 mil pesos (cerca de R$ 800).

A princípio, será uma única cota paga em abril, mas, segundo o governo, o benefício pode se estender, caso a determinação de isolamento total permaneça

O Ingresso Familiar de Emergência (IFE) é para aqueles trabalhadores entre 18 e 65 anos que ficaram sem receber recursos por causa da interrupção de suas atividades econômicas, tanto formais quanto informais.

As famílias que têm outra fonte de renda ou têm capacidade econômica demonstrável não receberão o benefício.

O presidente Alberto Fernández declarou quarentena geral no país no dia 20 de março, há quatro dias.

O governo avalia que serão contempladas 3,6 milhões de famílias. A inscrição para o recebimento do bônus será feita em uma página na internet, que deve estar disponível dentro de aproximadamente duas semanas, para argentinos natos ou naturalizados e residentes legais.

O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Martín Guzmán, que afirmou que existem três modelos no mundo para atacar a crise econômica decorrente da pandemia: "Transferências diretas de dinheiro, proteção ao emprego e seguro-desemprego: a Argentina é o único país que está adotando os três modelos.”

"Estamos garantindo que todos os que vivem na Argentina estejam protegidos da situação de crise econômica nacional e global", afirmou Guzmán.

O ministro do Trabalho, Claudio Moroni, também participou do anúncio e disse que o Estado busca alcançar famílias que hoje não recebem outros benefícios, como aposentadoria, pensão ou programas de assistência.

Empregadas domésticas que estão registradas pelos patrões não estão aptas a receber o bônus, mas se comprovarem que trabalham de maneira informal terão acesso ao benefício.

Outras medidas

Em relação aos autônomos, pequenos comerciantes e empresários com poucos empregados, Guzmán informou que novas medidas de assistência do Estado serão anunciadas na semana que vem.

​Os aposentados e pensionistas que recebem um salário mínimo terão direito a um bônus de 3 mil pesos (cerca de R$ 240). Aqueles que recebem menos de 18.892 pesos (R$ 1.500) receberão a quantia que falta para atingir esse valor. Os beneficiados são 4,6 milhões de pessoas.

Outra medida é a fixação de preços máximos para produtos essenciais, como alimentos, itens de higiene pessoal e medicamentos, por 30 dias, que podem ser prorrogáveis. Os preços foram fixados no dia 6 de março.

A Argentina enfrenta uma profunda crise econômica e social. Em 2018, a pobreza no país atingiu 32% das pessoas; os sem-teto eram 6,7% da população. No final de 2019, a pobreza atingia 40% da população e a inflação terminou o ano em 53%.

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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O deputado Osmar Terra (MDB-RS), um dos cotados ao cargo de Luiz Henrique Mandetta no comando da pasta da Saúde, defendeu nesta terça-feira (7) uma maior sintonia entre o ministro e o presidente Jair Bolsonaro e afirmou que a quarentena adotada por alguns governos vai "matar o Brasil". Ex-ministro da Cidadania, Osmar Terra é apontado como um dos nomes que poderia assumir o Ministério da Saúde caso Bolsonaro decida demitir Mandetta. O deputado virou contraponto do ministro e referência de bolsonaristas por defender que apenas idosos e grupos de risco sejam isolados na pandemia. Osmar Terra participou de uma videoconferência realizada pela Necton Investimentos na tarde desta terça. Ele qualificou Mandetta como "um bom ministro". "Eu não acho ruim o ministro Mandetta, ele é um bom ministro. Só que acho que tem que ter sintonia com o presidente. O ministro é cargo de confiança do presidente. Os dois têm que acertar o discurso", afirmou. O deputado fez fortes críticas à quarentena imposta por alguns gestores estaduais e municipais e defendeu o fim da medida, ideia também compartilhada por Bolsonaro. "Senão o número de doentes não diminui, a curva está subindo direto, quase que um foguete, então a quebradeira da economia, a destruição da economia vai ser muito pior a curto e médio prazo. Isso é que o presidente está dizendo", disse. Na avaliação de Osmar Terra, o Brasil já deve atingir o pico da epidemia em duas semanas. "Quem vai matar o Brasil não é o coronavírus, é a quarentena, é o lockdown [isolamento total] de empresas que nunca foi tentado fazer em nenhuma epidemia e que, para nós, tem um resultado desastroso", afirmou. O ex-ministro e Bolsonaro defendem o chamado isolamento vertical, no qual apenas idosos e grupos de risco devem ser isolados -o restante da população deveria voltar a trabalhar imediatamente. Essa opinião é rejeitada não só pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e por especialistas em pandemia, mas pela maioria dos líderes mundiais, inclusive o presidente americano, Donald Trump. Itália e Reino Unido, antes favoráveis a esse isolamento menos restrito, voltaram atrás diante do avanço dos casos da doença. O Ministério da Saúde, que segue as recomendações da organização mundial, prega o distanciamento e o isolamento social como medidas mais seguras para conter o alastramento da Covid-19. A maioria dos governos estaduais segue as orientações da OMS, o que os colocou em rota de colisão com Bolsonaro. Nesta terça, o deputado federal, que é médico, disse ainda que o número de casos de Covid-19 no país está subestimado. Ele avalia que até 30 milhões de brasileiros podem estar contaminados com o novo coronavírus, mas defendeu que apenas o grupo de risco -os idosos- fique em isolamento. "A vida tem que seguir normal para quem não é grupo de risco. Nessa curva que vai pegar 80% da população. 80% vão ter contato com o vírus. Tem que preservar aqueles 20% das pessoas de risco", afirmou. Osmar Terra negou ainda que se trate de uma oposição entre defender a vida ou proteger a economia. "Não sou empresário. Optei por ser médico, eu não sou empresário, eu não tenho empresa. Optei por fazer medicina para salvar vida", disse. "A vida é mais importante do que os negócios. Só que a vida depende dos negócios para se manter." "Para mim, a vida não tem preço, mas as epidemias todas têm esse custo", afirmou. O deputado estimou ainda que a pandemia vai matar menos gente do que as gripes sazonais anuais e que o SUS (Sistema Único de Saúde) não teria dinheiro para cuidar dos doentes, porque a quarentena iria "arrebentar" a economia. Segundo ele, não vai ter mais arrecadação para pagar benefícios do governo, como o Bolsa Família. O ex-ministro também contestou as recomendações da OMS. "Engraçado que a OMS só manda fazer isso [isolamento] aqui. Na China, está tudo funcionando. No Japão, está tudo funcionando. As escolas estão abertas na Coreia [do Sul]. As escolas estão abertas em Taiwan. Que história é essa que a gente tem que seguir cegamente a orientação?", criticou. Para ele, cada país tem que definir suas medidas de acordo com sua realidade sanitária.

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