Familiares criticam ação da polícia em Paraisópolis

Guilherme Caetano

SÃO PAULO - Famílias das vítimas da tragédia no baile funk de Paraisópolis estiveram na manhã desta segunda-feira no Instituto Médico Legal Sul, em Cidade Monções, na Zona Sul de São Paulo, para onde foram levados alguns dos corpos , e reclamaram da atuação da polícia no episódio.

A tia de um dos mortos – Marcos Paulo Oliveira dos Santos, de 16 anos – afirmou que seus dois sobrinhos estavam na festa quando houve a ação da polícia. Em meio ao tumulto, os dois primos tentaram se manter juntos, mas foram separados na correria da multidão. Um deles morreu, enquanto o outro sofreu agressões da polícia.