Fazer o bem dá lucro: Start-ups que resolvem problemas coletivos atraem investimentos no negócios de impacto social

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RIO - Do ventilador pulmonar que salva vidas na pandemia ao aplicativo que permite que alunos com deficiência visual grave possam ouvir o que está escrito no quadro-negro; da plataforma que municia cidades de informações e soluções capazes de gerar economia aos cofres públicos ao detector de fumaça que informa em três minutos o início de um incêndio florestal.

Por trás dessas inovações estão empresas que usam a tecnologia para resolver problemas coletivos, mas também geram lucros e atraem investimentos em um segmento ainda pouco desenvolvido no Brasil, o dos negócios de impacto social.

Esse movimento ainda é incipiente, mas está em aceleração. O número de start-ups mais que dobrou em quatro anos. Já são 1.272 empresas com esse perfil mapeadas pelo Pipe Social, que acompanha o setor. Em 2017, eram 579.

— Em 2009, quando começamos, ninguém entendia do que estávamos falando. O tema começou a ganhar corpo em 2016 e 2017 e acelerou na pandemia. Hoje, há várias gestoras com esse perfil — afirma Daniel Izzo, presidente e um dos fundadores da VOX Capital, primeira gestora no Brasil a investir somente em negócios de impacto.

Confira a reportagem exclusiva para assinantes do GLOBO.

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