Federer reconhece que sua aposentadoria está mais próxima

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Roger Federer participou da cerimônia de premiação em Wimbledon. Foto: Ryan Pierse/Getty Images
Roger Federer participou da cerimônia de premiação em Wimbledon. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

Roger Federer segue com seu processo de recuperação e planeja disputar a Laver Cup, evento que passou a fazer parte do calendário da ATP em 2019, onde um time da Europa e outro do Resto do Mundo se enfrentam. O confronto deste ano acontece em Londres, entre os dias 23 e 25 de setembro.

O suíço está fora longe das quadras há mais de um ano, embora na celebração do 100º aniversário do Wimbledon Center Court tenha ficado claro que os fãs continuam a adorá-lo e aguardam ansiosamente seu retorno às quadras.

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Desde a última segunda-feira (11), o tenista suíço não soma pontos no ranking ATP e não esconde que sua aposentadoria está cada vez mais próxima. Em entrevista ao jornal holandês 'Algemeen Dagblad', Federer confessou: "O tênis faz parte da minha vida, mas não toda a minha identidade. Quero ser e permanecer bem-sucedido, colocar toda a minha energia nos negócios, embora às vezes dê muito mais do que deveria, mas isso também pode ser feito fora do esporte. Eu sei que uma carreira profissional não pode durar para sempre e tudo bem, eu aceito isso."

Das palavras do suíço nesta entrevista, escapa-se que ele está pronto para deixar o tênis: "Adoro vencer, mas, se você não é mais competitivo, é melhor parar. Não acho que preciso do tênis, estou feliz com as pequenas coisas, como quando meu filho faz algo bem ou quando minha filha tira uma nota boa na escola", contou.

Com 20 títulos de Grand Slam conquistados, Federer conseguiu tirar o lado positivo de tanto tempo longe das quadras: "Isso me deu a oportunidade de ordenar seletivamente minhas viagens e dar algo de volta às pessoas. Agora sou eu que tenho conseguido ir visitá-los. As viagens de tênis às vezes são excessivas, especialmente se você tem que organizá-las com crianças. É bom descansar agora de tudo isso, também para eles, embora sintam falta de viajar", explicou.

Embora Federer afirme que sua vida é mais do que tênis, ele não esconde que sente falta: "Foi uma sensação muito estranha não jogar Wimbledon este ano, vê-lo na televisão. No final, sou uma pessoa que esteve aqui desde 1998", finalizou.

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