Fernando Iggnácio: funcionários do heliporto onde contraventor foi assassinado prestam depoimento

Marcos Nunes
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Quatro funcionários de um heliporto na Zona Oeste do Rio, onde o contraventor Fernando Iggnácio foi assassinado na última terça-feira, estão prestando depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital nesta tarde. O piloto de helicóptero que trouxe o bicheiro de Angra dos Reis também já foi ouvido. O teor das declarações prestadas é mantido em sigilo pelos investigadores.

A polícia pretende localizar e intimar homens que trabalhavam na segurança pessoal do contraventor. Os policiais querem entender porque Iggnácio estava sem escolta quando foi morto. Até quarta-feira, pelo menos oito testemunhas já havim a sido ouvidas pela polícia.

Iggnácio foi atingido por cinco tiros de fuzil, quando caminhava sozinho para pegar um carro blindado no estacionamento da empresa se táxi aéreo. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o assassino estava desde o início da manhã de terça-feira escondido em um terreno baldio, ao lado do local do crime, esperando a chegada da aeronave que trouxe Iggnácio. O crime ocorreu por volta das 13h30. Na ocasião, foram disparados pelo menos dez tiros de fuzil AK-47. Logo após o ataque, o atirador usou o mesmo terreno baldio como rota de fuga.