Festas clandestinas com mais de 700 pessoas são interrompidas em SP

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Polícia Civil flagra festa clandestina em São Paulo
Polícia Civil flagra festa clandestina em São Paulo
  • Duas festas clandestinas foram interrompidas em São Paulo, na madrugada deste domingo (30)

  • Equipes de fiscalização e da Polícia Civil flagraram aglomeração e frequentadores sem máscara

  • Os estabelecimentos foram autuados por desrespeito às normas de proteção contra a Covid-19

A Polícia Civil interrompeu duas festas clandestinas em São Paulo, que reuniram mais de 700 pessoas, na madrugada deste domingo (30). Sete pessoas foram autuadas por desrespeito às normas de proteção contra o coronavírus, informou a Secretaria e Segurança Pública (SSP) do estado.

A primeira festa ocorreu em um bar na avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros. Com apoio da Vigilância Sanitária e do Procon, as equipes de fiscalização foram até o local e encontraram 600 pessoas.

Os policiais, de acordo com reportagem do UOL, apreenderam grande quantidade de bebida alcoólica, uma mesa de som, uma mesa de iluminação, dois processadores, um notebook e cinco máquinas de cartão.

Um grupo musical que se apresentava no estabelecimento também foi abordado. Quatro funcionários do local foram conduzidos ao distrito policial e autuados por infração de medida sanitária preventiva.

A segunda festa ilegal aconteceu em outro bar na rua Treze de Maio, na Bela Vista (região central). Lá foram encontradas 150 pessoas, a maioria sem máscaras. Os policiais também apreenderam bebidas alcoólicas, duas mesas de som e duas máquinas de cartão.

Três funcionários do local foram encaminhados ao distrito policial, onde foram autuados por infração de medida sanitária preventiva, segundo o portal UOL.

As ações foram deflagradas pelo Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos) e pelo Dope (Departamento de Operações Especiais de Polícia) em apoio ao Comitê de Blitz, criado pelo Governo de São Paulo para reforçar a fiscalização do cumprimento das medidas restritivas contra a pandemia.

Os dois locais ainda passarão por perídia. Os casos foram registrados pela 2º Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Fazenda (Disccfaz), do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

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