Festival de cultura vai ter Mauro Diniz, muito choro e samba

O Festival Cultural Benedicto Lacerda volta a ser realizado depois do hiato devido a pandemia de Covid-19. Além de Macaé, cidade natal do músico homenageado, a 7ª edição vai circular em outras duas cidades do Estado: Cabo Frio e Campos dos Goytacazes, de 17 a 26 de junho. Toda a programação conta com patrocínio da Petrobras e a realização da Usina de Fomento Cultural, Ministério do Turismo e Secretaria Especial da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.O festival é realizado desde 2008 e possui importância histórica à medida que preserva a memória cultural.

O principal objetivo é homenagear o flautista e compositor Benedicto Lacerda, um dos maiores músicos e compositores da música brasileira, além de incentivar novos talentos.O projeto reúne nomes do choro e samba, com representatividade nacional e internacional, como também abre espaço para novos músicos e grupos musicais, contribuindo para a revitalização da cultura. As atrações vão desde Mauro Diniz, filho caçula do Mestre Monarco e autor de diversas canções interpretadas por cantores de sucesso, como Zeca Pagodinho, até Nega Mari, sambista cabofriense de voz marcante, e também a talentosa Nilze Carvalho, cantora, instrumentista, compositora e produtora.

Aliás, as vozes femininas estão com tudo na programação. O “Choro delas” é um tributo aos grandes mestres do choro com um toque feminino. Em um projeto exclusivo para o Festival Benedicto Lacerda, as musicistas Daniela Spielmann, Sheila Zagury e Clarice Magalhaes prometem uma performance de sensível e delicada feminilidade ao chorinho. Além disso, haverá apresentação do grupo Sou Mais Elas, criado ano passado em Macaé para divulgar e fortalecer a presença da mulher no samba.


O festival promete ainda algumas surpresas até o fim de maio, mas já estão confirmadas as presenças do Coletivo Choro na Rua, composto, dentre outros por Silvério Pontes, Zé da Velha e Hamilton de Holanda. Também já confirmaram o grupo Pé de Pitanga, Pedro Miranda, Coletivo Santo Samba e o grupo Galocantô.As atrações são gratuitas e possuem classificação livre. A edição contempla 5 shows musicais, 10 dias de exposição biográfica e 5 dias de oficinas musicais na modalidade presencial e on-line. Também apoiam o festival, a Casa de Cultura Villa Maria e as prefeituras de Cabo Frio e Macaé.

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