Fiesp estende prazo para expandir manifesto pela harmonia entre os Poderes

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  16-09-2020 - O presidente da FIESP Paulo Skaff. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 16-09-2020 - O presidente da FIESP Paulo Skaff. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Fiesp decidiu postergar o prazo para as assinaturas do manifesto em defesa da harmonia entre os Poderes, que Paulo Skaf vem buscando reunir desde a semana passada.

Na primeira mensagem que enviou a sindicatos e associações empresariais, Skaf definiu que as adesões seriam recebidas até as 17h de sexta (27).

Pessoas próximas da organização do manifesto dizem que, em pouco mais de 24 horas, foram recebidas mais de 200 respostas afirmativas, porém, mesmo expirado o prazo, outras entidades pediram para aderir durante o final de semana, a despeito da confusão gerada na Febraban, quando Caixa e Banco do Brasil ameaçaram se desligar caso a associação assinasse o manifesto.

Assim como virou um problema na Febraban, outras entidades têm questões de governança a serem resolvidas antes de aderir, daí a necessidade de mais tempo, ainda segundo pessoas próximas da organização do manifesto.

Dentro da Fiesp, a avaliação é que a polêmica em torno do manifesto não envolve a própria Fiesp, e o conflito desencadeado a partir do documento é uma questão interna da Febraban. Por ora, não existe oficialmente na Fiesp qualquer intenção de desistir do movimento.

Conforme antecipou o jornal Folha de S.Paulo na sexta (27), Skaf enviou mensagens para entidades e associações dizendo que "mais do que nunca, o momento exige aproximação e cooperação entre Legislativo, Executivo e Judiciário e ações para superar a pandemia e consolidar o crescimento econômico e a geração de empregos".

O governo interpretou o documento como uma crítica, especialmente no momento em que estão acontecendo outras manifestações contrárias à gestão Bolsonaro no empresariado.​ O que chama a atenção neste caso é que Skaf é aliado de Bolsonaro, visto como um dos representantes do setor privado mais próximos do presidente. ​

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