FIFA ganharia R$ 25 bilhões a mais com Copa a cada dois anos

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ZURICH, SWITZERLAND - JUNE 25:  FIFA President Gianni Infantino  speaks during a press conference after the virtual FIFA Council Meeting at the Home of FIFA on June 25, 2020 in Zurich, Switzerland. The virtual meeting, held behind closed doors due to the Covid-19 pandemic, included the bidding process and vote for the host of the FIFA Women's World Cup 2023 (FWWC23) which was awarded to the joint bid of Australia and New Zealand . (Photo by Ben Moreau/FIFA via Getty Images)
Entidade apresentou estudo em simpósio com 207 associações de futebol. UEFA e Conmebol são contrárias.Foto: (Ben Moreau/FIFA via Getty Images)

A FIFA avança no projeto para a realização de Copas do Mundo a cada dois anos e não quatro como no modelo atual. Em reunião virtual ocorrida nesta segunda-feira, a entidade apresentou estudo em simpósio com 207 associações de futebol. O material prevê a arrecadação de R$ 25 bilhões a mais com a diminuição do intervalo entre o maior campeonato entre seleções do mundo.

De acordo com o estudo realizado por uma consultoria internacional, as receitas de ingressos, direitos de transmissão e imagem e as receitas de patrocínios seriam os grandes fatores que levariam ao aumento de arrecadação.

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Gianni Infantino, presidente da FIFA, discursou após a apresentação do trabalho e disse que: "Os resultados econômicos apresentados são muitos fortes. Todos se beneficiariam, os mais ricos e os mais pobres, e teríamos mais dinheiro para reinvestir no desenvolvimento do futebol em todo o mundo".

Apesar dos valores satisfatórios apresentados pela entidade mundial, há confederações que são contrárias à diminuição de intervalo entre Copas do Mundo. A Conmebol e a UEFA, por exemplo, já anunciaram que não aprovam a proposta. Junto das entidades, estão os clubes europeus e o COI (Comitê Olímpico Internacional).

Um estudo apresentado em novembro disse que a proposta da FIFA, junto da mudança no Mundial de Clubes, poderia fazer com que as ligas de futebol nacionais e a UEFA perderiam cerca de R$ 51 bilhões por temporada por conta de direitos televisivos que seriam perdidos, além de acordo comerciais que seriam refeitos ou cancelados.

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