Filho de Chorão revela "dívida impagável" com gravadora desde 2005

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Imagens de Alexandre Abrão e Chorão
Imagens de Alexandre Abrão e Chorão. Foto: Reprodução/Instagram/REUTERS/Jose Manuel Ribeiro

Resumo da notícia:

  • Filho de Chorão fala sobre "dívida impagável" com gravadora, gerada em 2005

  • Alexandre Abrão contou sobre os bastidores da compra dos direitos da banda Charlie Brown Jr.

  • De acordo com ele, a dívida feita há 16 anos é descontada até hoje

Alexandre Abrão, filho de Chorão, abriu o coração sobre as dificuldades em administrar o legado do Charlie Brown Jr. Em meio à saída dos guitarristas Marcão e Thiago Castanho de projetos atuais que envolveriam a antiga banda, o herdeiro do músico revelou alguns detalhes sobre a época em que o pai resolveu comprar os direito da banda.

Em entrevista ao G1, ele contou que, em 2005, com a saída de Champignon, Marcão e Pelado, Chorão queria fazer um projeto solo, mas o presidente da EMI, gravadora incorporada pela Sony, barrou a ideia. 

"O Mainardi, que era presidente da gravadora, falou: 'Pô, você vai fazer projeto solo o caral**! Tu é o Charlie Brown, tu não é o Chorão'. Aí meu pai comprou dos outros músicos os direitos artísticos, de marca, de imagem. Através disso ele virou o dono da banda", contou Alexandre.

Por consequência disso, Alexandre confessou que foi gerada uma "dívida impagável" com a gravadora para arrecadar o dinheiro dos direitos da banda. "Até hoje essa dívida impagável está aí. A gente paga de pouquinho em pouquinho, porque retém os direitos artísticos. Isso é uma coisa que ninguém sabia", declarou.

Questionado se os direitos das obras do Chorão pagam a dívida, Alexandre abriu o jogo sobre a situação financeira. "Na verdade não paga. A EMI simplesmente retém e a gente não vê esse dinheiro. As pessoas falam: 'Ah, chove dinheiro'. Não é assim", afirmou.

Sobre a previsão de acabar com a dívida em questão depois de tantos anos, ele deixou claro que não foca as atenções nisso. "Eu cuido da parte bacana da coisa. Que fica aqui até não sei que horas editando vídeo para entrar no YouTube, no Instagram e no telão do show. A parte do dinheiro, para mim, sinceramente não faz muita diferença", disse Abrão.

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