Filipinas fazem apelo por ajuda humanitária após passagem do tufão Rai

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As autoridades filipinas imploram por ajuda, enquanto moradores começam a mendigar por comida e água potável à beira das estradas. O tufão Rai devastou regiões inteiras do país, deixando 375 mortos e 400 mil desabrigados entre quinta-feira (16) e domingo (19).

Arthur Yap, governador da ilha de Bohol, um dos locais mais castigados pelo fenômeno, fez um apelo nesta terça-feira (21). Neste local turístico, para onde muitos filipinos haviam viajado para passar as festas de fim de ano, o tufão Rai deixou quase 100 mortos.

O governador espera que o presidente do arquipélago, Rodrigo Duterte, possa em breve visitar a ilha de Bohol. Yap também espera que o governo envie dinheiro para a compra de água potável e alimentos.

"Se você não vai enviar dinheiro para comida, envie soldados e policiais porque vão acontecer saques aqui", declarou em uma entrevista à rádio DZBB.

Diante da destruição causada pelo fenômeno, comparado ao tufão Haiyan, em 2013 - considerado o mais poderoso a ter atingido as Filipinas - a Cruz Vermelha também fez um apelo por doações. O objetivo é recolher US$ 22 milhões para ajudas emergenciais e reconstrução dos locais devastados.

Alguns países já responderam aos pedidos. É o caso do Reino Unido, que se comprometeu a enviar 1 milhão de libras às Filipinas, enquanto o Canadá deve repassar o equivalente a US$ 2 milhões ao governo.

Devastação "absoluta"

Mudanças climáticas

(Com informações da AFP)


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