Final da Libertadores no Equador deve ter caos aéreo e hoteleiro

Estádio Monumental Banco Pichincha, em Guayaquil, será sede da decisão da Libertadores. Foto: Franklin Jacome/Getty Images
Estádio Monumental Banco Pichincha, em Guayaquil, será sede da decisão da Libertadores. Foto: Franklin Jacome/Getty Images

Nos últimos anos a Conmebol decidiu fazer as decisões de competições entre clubes em jogo único, apostando no modelo que dá certo há tempos no continente europeu. Agora faltando dois meses para a decisão da Libertadores, marcada para Guayaquil, no Equador, os torcedores encontram dificuldades para reservar opções de voo e hospedagem na cidade.

Para que a final aconteça sem sustos, no dia 29 de outubro, as autoridades locais estão se mexendo e segundo reportagem do portal Uol, uma reunião está marcada para os próximos dias.

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"Sim, há um plano. Estamos trabalhando e tenho uma reunião na próxima semana no mais alto nível para definir essa questão de acomodação", disse Gloria Gallardo, presidente da Empresa Pública Municipal de Turismo, Promoção Cívica e Relações Internacionais de Guayaquil.

"Não posso adiantar nenhuma informação no momento. Tudo será planejado. Temos que refinar os detalhes na próxima semana", completou Gloria.

A capacidade do estádio Monumental Banco Pichincha, onde a final será disputada, é de 57 mil lugares. A preocupação com hospedagem se dá pois pelo Censo Econômico do Equador, Guayaquil possui hoje 12.602 vagas de hospedagem, em 7.760 quartos e 9.147 leitos nos 122 hotéis da cidade.

Além disso, não existe nenhum voo que faça o trajeto entre o Brasil e Guayaquil sem escalas. Uma viagem para a cidade equatoriana leva cerca de 10 horas e na maioria das vezes para em Lima, capital do Peru. A passagem para esse trajeto custa em média R$ 6 mil.

Mesmo com todas essas dificuldades, a Conmebol não pensa em alterar o local da final única de sua principal competição de clubes e estuda vender pacotes com ingresso para o jogo, hospedagem e bilhete aéreo.