Finalista do 'The voice kids' fala da paixão por bossa nova vinda da infância, quando ouvia jazz com o pai

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O Rio de Janeiro não poderia estar melhor representado na final do “The voice kids”, que acontece amanhã, às 14h20, na Globo. É que Isabelly Sampaio não é apenas a representante do estado entre os seis finalistas, mas também uma apaixonada cantora de bossa nova, gênero que tanto cantou o Rio e levou os bairros e pontos turísticos para o mundo. A adolescente de 13 anos de Conceição de Macabu, no Norte Fluminense, traz para o palco do programa clássicos de quando nem seus pais eram nascidos e impressionou público e jurados.

— Amo o Rio de Janeiro, de onde saíram os grandes cantores de bossa nova. Acho que a minha torcida aqui pode fazer muita diferença e posso ganhar, porque tem muitas cidades vibrando comigo e ajudando a divulgar e votar — destaca a cantora do Time de Brown, que o escolheu por acreditar que o técnico poderia trabalhar bem o gênero.

Suas chances são mesmo reais. Na enquete do EXTRA, ela estava em segundo lugar até noite da última sexta, atrás apenas de Ruany Keveny, do Time de Gaby Amarantos (veja ao lado). Nesta edição, são dois finalistas por time. Gaby ainda tem Izabelle Ribeiro. Helloysa do Pandeiro também representa Brown. Já no Time Teló, estão Gustavo Bardim e Maria Victória.

Vencendo ou não, ela quer seguir com a carreira de cantora. Isabelly conta que já escreveu três músicas e pretende gravá-las, além dos shows. Ainda desacostumada com a fama e com as pessoas a abordando na rua, ela diz que não imaginava chegar à final e recorda quando essa chavinha virou.

— Quando eu cheguei no primeiro programa ao vivo, a ficha começou a cair e pensei “Meu Deus, eu acho que eu vou, hein”. Aí comecei a realmente acreditar e estou aqui — vibra Isabelly.

Recentemente, a família juntou dinheiro para lhe dar um celular. Mas a menina que começou a cantar com 3 anos sabe que o melhor presente que ganhou deles foi a música.

— Antes de o meu pai chegar do trabalho, a gente arrumava a casa, deixava só as luzes de LED e ligava o som com um jazz baixinho. Cresci fazendo isso. Foi onde eu descobri a bossa e amei, estou cantando até hoje com muito amor — declara-se.

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