Financiar casas populares preserva a natureza, diz presidente da Caixa

·2 min de leitura
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 18.04.2019 - Entrevista com Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Pedro é formado em economia pela PUC-RJ, mestre em economia pela FGV e doutor pela Universidade de Rochester (EUA), atuou mais de 20 anos no mercado financeiro. Em sua última posição no setor privado antes de assumir a Caixa, era sócio do banco de investimentos Brasil Plural. (Foto: André Coelho/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 18.04.2019 - Entrevista com Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Pedro é formado em economia pela PUC-RJ, mestre em economia pela FGV e doutor pela Universidade de Rochester (EUA), atuou mais de 20 anos no mercado financeiro. Em sua última posição no setor privado antes de assumir a Caixa, era sócio do banco de investimentos Brasil Plural. (Foto: André Coelho/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, fez nesta quarta-feira (3) uma apresentação sobre as ações ambientais do banco no estande brasileiro na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26). Ele afirmou que a principal linha de atuação da Caixa, o financiamento de casas populares, ajuda a preservar a natureza. As informações são da Agência Brasil.

“Hoje, é comum as pessoas morarem em casas que vieram da destruição de algum bioma. Então, quando você financia essas casas bem construídas, você tira essa população carente e reduz a destruição”, disse Guimarães, que participou da COP26 diretamente de Brasília, em estúdio montado pelo Ministério do Meio Ambiente.

Ele destacou que o banco financia atualmente a construção anual de 600 mil casas para as faixas de baixa renda, e que a carteira de crédito do banco estatal reduz o risco ambiental provocado pela falta de habitação e renda. “Essas casas vieram a substituir casas, muitas vezes, em encostas em que se havia desmatado tudo... casas de sapê”, disse.

A seguir, destacou iniciativas como a de financiamento a juros baixos para instalação de células fotovoltaicas visando a produção de energia solar em casas populares.

Ele salientou, ainda, a aplicação de R$ 150 milhões do lucro da Caixa em um programa que pretende plantar dez milhões de árvores pelo país. Denominado Caixa Florestas, o projeto foi lançado em outubro e nesta semana foram anunciados os primeiros setores contemplados.

Entre os destinatários do dinheiro figuram programas selecionados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional para preservação de nascentes e mananciais. O projeto Nascente Viva, por exemplo, prevê o plantio de 450 mil árvores em 27 municípios da bacia do rio Verde Grande, em Minas Gerais, com o objetivo de recuperar 1,5 mil nascentes.

Segundo a Caixa, o objetivo do programa de plantio de árvores é proteger uma área total de 3,5 milhões de hectares.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos