Flávio Dino reage à fala de Bolsonaro: "Se ele quiser visitar nossos hospitais, eu mesmo mostro"

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Presidente Jair Bolsonaro questionou ocupação dos leitos hospitalares no país - Foto: Buda Mendes/Getty Images
Presidente Jair Bolsonaro questionou ocupação dos leitos hospitalares no país - Foto: Buda Mendes/Getty Images

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), rebateu Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou que abre as portas dos hospitais do estado caso o presidente queira acompanhar pessoalmente a lotação de leitos nas instituições que combatem a pandemia do novo coronavírus.

Durante uma transmissão ao vivo na noite desta quinta-feira (11), Bolsonaro pediu que seus apoiadores “arranjem um jeito” de entrar em hospitais para verificar sua lotação, insinuando que haveria um superdimensionamento na pandemia no país.

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Diante do pedido do presidente, o governador do Maranhão disse que Bolsonaro precisa de um ofício assinado para fazer tal solicitação.

"Bolsonaro não pode mandar invadir hospital e filmar locais onde estão pacientes e profissionais trabalhando. E também não pode mandar extraoficialmente nada para Polícia Federal. Se manda, tem que ser por ofício assinado. E Abin não pode investigar", escreveu Flavio Dino.

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Dino ainda lembrou que Bolsonaro tem maneiras de averiguar se há ou não uma alta ocupação dos leitos de UTIs pelo país.

"Se Bolsonaro não fosse essa pessoa despreparada e desesperada, saberia que não precisa mandar invadir hospital. Basta verificar os boletins que os governos estaduais publicam com o número de leitos ocupados. E se ele quiser visitar os nossos hospitais, eu mesmo mostro para ele", completou.

Na transmissão ao vivo, Bolsonaro não citou os perigos que existem em adentrar um centro médico durante uma pandemia altamente contagiosa (o Brasil já possui mais de 800 mil casos confirmados da Covid-19). Ele também não destacou que a presença de pessoas nos locais poderia atrapalhar o trabalho de médicos que lutam para vencer o vírus.

"Tem um hospital de campanha perto de você, tem um hospital público, arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente tá fazendo isso, mas mais gente tem que fazer, para mostrar se os leitos estão ocupados ou não, se os gastos são compatíveis ou não. Isso nos ajuda", afirmou o presidente.

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