Força-tarefa fecha fábrica clandestina de cosméticos da milícia de Ecko e prende mais de dez pessoas

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Foto: Reprodução
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Uma operação da Força-tarefa da Polícia Civil do Rio, nesta sexta-feira, em Santa Cruz, na Zona Oeste da capital, fechou uma fábrica clandestina de cosméticos da milícia chefiada por Wellington da Silva Braga, o Ecko, um dos bandidos mais procurados do estado. Onze pessoas foram presas. Uma central clandestina de TV a cabo e de internet também foi estourada pelos agentes.

A ação é mais uma das que miram o braço financeiro do grupo paramilitar. Os agentes visam a acabar com as fontes de renda, fechar comércios irregulares e acabar com serviços ilegais que geram lucro para a organização criminosa.

Entre os crimes investigados, estão cobranças irregulares de taxas de segurança e de moradia; instalações de centrais clandestinas de TV a cabo e de internet; armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água; parcelamento irregular de solo urbano; exploração de areais e construções irregulares, além de outros crimes ambientais; comercialização de produtos falsificados; contrabando; descaminho; transporte alternativo irregular; e exploração de estabelecimentos comerciais para a lavagem de dinheiro.

A operação conta com as equipes de delegacias do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e teve apoio do Disque-Denúncia (21 2253-1177), que repassou aos policiais informações recebidas sobre a atuação da milícia.