Fora do 'BBB 22', Gustavo analisa avanço de Eli no jogo e diz o que teria feito de diferente: 'Ficado amigão do Arthur'

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Reta final no "Big Brother Brasil 22" e Gustavo foi o eliminado da vez. O curitibano, que ganhou o apelido de "caçador dos lollipopers", deixou a casa após enfrentar um paredão justamente com Eliezer, o último do grupo do antigo quarto na disputa. Aqui de fora, o ex-brother não se arrepende da estratégia arriscada de movimentar o jogo e acredita que foi isso que o levou até o top 6. Sobre sua saída, ele reflete:

— Eu não acho que quem me tirou tenha sido a torcida do Eli. Foi outra coisa: a torcida do Arthur.

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O bacharel em Direito encara o apelido de caçador do grupo numa boa, mas explica que seus alvos, na verdade, "eram as pessoas que estavam na sombra, mas, coincidentemente, todo mundo que estava na sombra era ‘lollipoper’". Quando indagado sobre que etaria jogando melhor na casa, opina:

— A resposta é óbvia: o Arthur. Ele joga com o público com maestria, consegue pintar um cenário de solidão, de perseguição que não existe. E agora, no final, eu acho que o Eli também está jogando bem porque ele percebeu que a torcida do Arthur está forte e grudou no ‘bichinho’. Vai garantir a final com isso.

Com fim de jogo, além de apostar no relacionamento com Laís, o ex-BBB ainda acredita que vai manter a amizade com PA, Douglas e Scooby. "A Lina é uma pessoa com quem eu adorava conversar; quero tomar uma cervejinha com a Jessi; quero ver a Naty desfilar no sambódromo", completa o curitibano. Sobre Arthur Aguiar, no entanto, ele diz:

— A gente tem muitas diferenças, acho que a gente não vai ter uma relação aqui fora porque temos personalidades muito distintas. Eu sei que ele tem um bom coração, é uma pessoa boa, mas no quesito jogo ele plantou um discurso que o público comprou como verdade. Mas, quem estava ali dentro enxergava outras coisas, que talvez aqui fora não fossem tão óbvias.

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Para o ex-brother, aliás, o jogo do ator e cantor é comparado com o de "um gênio", como ele mesmo descreve. Gustavo ainda analisa a trajetória do ainda confinado e explica:

— É um cara que sabe jogar com o público. Eu só acho que havia algumas divergências na fala dele que talvez o público aqui fora não conseguisse perceber. Ele falava que jogava sozinho, mas não jogava. Ele dizia que era perseguido, mas não tinha sido indicado pela casa até a semana passada, em que nós mesmos tivemos que votar nele depois de um critério que estabelecemos como o mais justo. E, mesmo assim, ele não conseguia entender. E quem acompanhou edições anteriores sabe que isso gera muita empatia do público com quem tem esse discurso de exclusão. Eu não consigo fazer esse discurso de vítima, de solidão, ainda mais quando não existia isso que ele plantava. Era ele quem se isolava. Depois quando foi conveniente, ele se juntou com os meninos e ainda assim continuou com o discurso de que era sozinho, que ninguém jogava com ele, quando não era verdade. Então, ele é um gênio por saber jogar dessa forma, é um ator nato e muito bom, por sinal.

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E o que um estrategista como Gustavo teria feito de diferente no jogo? O empresário responde com aquele humor clássico dele:

— Teria ficado amigão do Arthur. Eu iria grudar nele, bajular, dar pão para ele todo dia (risos).

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