França: ampliação do passaporte sanitário divide candidatos à sucessão de Macron

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  • Jean Castex
    Político francês, primeiro-ministro da França

As novas medidas sanitárias na França, anunciadas nesta segunda-feira (27) pelo primeiro-ministro Jean Castex, estampam as capas de todos os jornais franceses desta terça-feira (28). O suspense em torno da implementação do polêmico passaporte vacinal divide os candidatos à presidência do país, em uma eleição em que a pandemia será um tema-chave.

Volta do uso de máscaras de proteção obrigatório em espaços abertos, trabalho à distância fortemente incentivado e redução para apenas três meses de intervalo para tomar a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 são as principais medidas reveladas pelo premiê, mas é a ampliação do atual passaporte sanitário que cristaliza as divergências políticas em torno dos anúncios.

O jornal Les Echos destaca o posicionamento dos presidenciáveis das eleições de 2022 em relação à mudança, prevista no projeto de lei a ser examinado em comissão na Assembleia Nacional nesta quarta-feira (29). As candidatas da direita, Valérie Pécresse, e da esquerda, Anne Hidalgo, são a favor, mas o da esquerda radical, Jean-Luc Mélenchon, e os da extrema direita, Marine Le Pen e Eric Zemmour, se opõem à mudança.

Entre os demais candidatos de esquerda, o discurso é bem diferente. O ecologista Yannick Jadot, ao lembrar a importância das vacinas, esclareceu que a obrigatoriedade da vacinação não era recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que, por isso, preferia "ouvir o que dizem os cientistas”.

Debate sobre as liberdades


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