França e OMS pressionam China por causa de estragégia de Covid zero

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O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta terça-feira (10) ao líder chinês, Xi Jinping, que "levasse em conta as preocupações" dos franceses afetados pelas restrições do combate ao coronavírus. Os dois dirigentes conversaram pelo telefone, no momento em que a estratégia de Covid zero de Pequim é considerada insustentável pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Outro assunto abordado no diálogo foi a situação de trabalho forçado que afeta a minoria muçulmana uigure.

Na conversa de 1h30 de duração, Macron "manifestou a solidariedade da França" em relação à China, país que há dois meses enfrenta a sua pior onda epidêmica desde o surto inicial da Covid-19, no início de 2020. Macron "exortou as autoridades chinesas a levarem em consideração as preocupações da comunidade francesa residente no país, em particular a manutenção dos voos para a França, a autorização de viagens e a proteção das crianças, evitando que sejam separadas de seus pais", especificou a nota do Palácio do Eliseu.

Muitos franceses que vivem na China estão sujeitos às restrições impostas a toda a população, em várias províncias do país. A situação é mais preocupante em Xangai, metrópole confinada desde abril e onde vivem cerca de 7.000 franceses. Para os que moram em Pequim, as viagens estão limitadas e muitos locais públicos estão fechados.

Xi Jinping, que felicitou Macron pela reeleição, manifestou "o desejo de continuar a aprofundar a parceria estratégica franco-chinesa", principalmente nos setores da energia nuclear para fins civis e aeronáutica”, segundo o comunicado da Presidência francesa e a rede de televisão pública chinesa CCTV.

Ambos ainda insistiram na "urgência de alcançar um cessar-fogo" na Ucrânia, cuja "integridade territorial" deve ser respeitada.


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