Fred deve ajudar o Flu a impulsionar o programa de sócio-torcedor


Em tempos de pandemia, o programa de sócios-torcedores do Fluminense se converteu em uma das principais fontes de receitas do clube para arcar com o pagamento de salários de jogadores e funcionários. O retorno do ídolo Fred, no último domingo, é uma aposta do clube para impulsionar ainda mais o número de adesões. O jogador terá uma parte da remuneração variável vinculada ao programa.

Para voltar ao Flu, Fred aceitou uma redução significativa na remuneração fixa no contrato de trabalho, em relação ao que recebia no Cruzeiro. Até o início do Brasileirão, esse valor será de dois salários mínimos. A compensação virá no adicional pelo direito de imagem e na parte variável dos pagamentos, que incluem participação na linha de produtos, Sócio Futebol, patrocínios exclusivos, venda de camisas e outros projetos de marketing.

No vídeo do anúncio e em diversas postagens já com o ídolo como garoto-propaganda, o Tricolor fez convocações para que os torcedores se associassem. O camisa 9 também fez um agradecimento quando o clube atingiu a marca de 25 mil ingressos simbólicos vendidos para a reprise da partida contra o Palmeiras, que garantiu o tetracampeonato brasileiro, em 2012.




No final de abril o Fluminense comemorou o sucesso da campanha para que os sócios se mantivessem adimplentes e o aumento das adesões, mesmo em meio à pandemia. Segundo o Tricolor, para cada pessoa que pedia a suspensão dos pagamentos, três novos torcedores ingressavam como sócios. Com a chegada de Fred, a aposta é que os índices melhorem.

Na transmissão ao vivo de apresentação do craque, o clube informou que havia recebido 400 novos sócios, desde a confirmação do retorno do jogador, algumas horas antes.